quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

LUZ, VERDADE, SER...



Quando nos entregamos à Sabedoria Divina passamos a olhar para dentro de nós mesmos, e sentir sua Verdade atuando e indicando o caminho...







Me foi pedido que eu dissesse o que entendo por “Verdade”, “Luz”, “Ser”, “Consciência”, “Entendimento”, já que estes conceitos, juntamente com a mensagem que eu desejava passar, precisavam ser compreendidos por quem viesse ler as reflexões que tenho deixado neste blog.

Confesso que fiquei sem jeito diante do pedido, porque além de sua Natureza [de ser essência, de ser conceito, de ser ideia, de dizer respeito ao espírito (ao nosso lado espiritual)], “Verdade”, “Luz”, “Ser”, “Consciência”, “Entendimento”, sei que não podem ser explicados do mesmo modo e com a mesma facilidade com que explico, por exemplo, que aquela flor é vermelha, que o fruto é amarelo, que seu sabor vai do doce ao azedo e que por isso é “aquela fruta”, e a flor é “aquela flor”...

A Natureza desses conceitos está apenas para o “sentir”, evidencia-se ao Ser pelo sentir, e o inunda com esta evidência. A experiência da Verdade, assim como a experiência da Luz, se dá pela evidência, uma evidência espiritual, não material.

A “Consciência” e o “Entendimento”, por sua vez, além de constituir a capacidade que temos para “reconhecer” a evidência da Luz e da Verdade, constituem também o instrumento que nos conduz e faz estar atentos, observando-as.

O “Ser”, sinto,  revela-se e se impõe a nossa existência terrena. É o lado espiritual que nos firma no mundo enquanto aqui estivermos, é a “essência” do nosso “Eu”, da nossa existência encarnada, é o lado espiritual que nos faz ser o que de verdade somos, é Luz e Verdade, se expande pela Luz  e pela Verdade Divina... Pelo nosso “Ser” nos ligamos a toda Criação e nos irmanamos a Ela, numa Unidade.

É assim que sinto, por aí vai o meu entendimento; o entendimento que brota do meu Ser e o faz ciente...







Aquele que se alimenta da Sabedoria Divina, e se conduz pela Luz, sente e sabe o que fazer, o que dizer, como atuar, sabe amar e sabe estar... 












Então, do que “sinto”, a partir do entendimento que tenho, há uma Verdade e Ela é Luz. A Verdade é a Luz sobre a qual nosso Ser se encerra e para a qual converge. Esta Verdade, esta Luz, é Una e Eterna. E é Divina Sua Natureza.

É por este “sentir” e por este “entendimento” que tenho afirmado em algumas das minhas reflexões, que é preciso que nos voltemos para o nosso Ser e nos juntemos a Ele (uma vez que dele nos apartamos e distanciamos de todo jeito...), que é preciso que estejamos em consonância com Sua Verdade, e que, além disso, é preciso tomar Seu caminho e então realizar o que nos cabe e o que nos é devido.

Para que assim o façamos, é preciso reconhecer e estar consciente que o Ser é, sim, o Princípio sobre o qual nossa existência espiritual e física se assenta (Ver postagem do dia 08.02.2012). 

O não reconhecimento do Ser enquanto Princípio incide em sua negação e na alienação a outros valores não espirituais (que nos conforma a este mundo material).

A falta de consciência e entendimento do que cabe ao nosso Ser, afasta-nos de (Sua) Verdade e da Luz. 

Portanto, é pelo reconhecimento, entendimento e consciência – nesta tríade necessária –, que compreendemos a Luz, a Verdade, o Ser....


 Usee




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