quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Nosso Ser e o Ser dos outros...


Nenhum de nós consegue se virar ao avesso e se tornar/mostrar patente; se fazer conhecido em seu Ser!

Por mais que nos mostremos, por mais que convivamos e damos a conhecer sobre nós, ainda assim, nunca ninguém dará conta do que, de quem e de "como" somos verdadeiramente.

Não são as nossas ideias, nosso modo de pensar, nossas atividades e práticas, nossas atitudes, nossa aparente personalidade, etc. que revelam nossa essência, até porque tudo isso é aprendido e modificado o tempo inteiro em nossa vivência no mundo.

Consequentemente, por mais que alguém afirme nos conhecer, só na aparência o faz. Pela aparência, no entanto, só formamos impressões, e, não raro, as impressões falham, enganam, se modificam...


Jamais alcançaremos o verdadeiro Ser dos outros; de todo ser criado (sua verdadeira essência). Este, só é conhecido na sua totalidade por Aquele que o criou... Se cremos na Criação, se cremos num Deus Criador, só a Ele podemos conferir Governo e Ciência sobre o Ser; sobre a “essência de ser” de cada Ser criado.

Então, acredito que cada Ser é revelado e se revela a seu tempo, num tempo que nem a si pertence; sobre o qual nem ele mesmo tem controle. Quando isto acontece (do “Ser” ser revelado a si e revelar-se), faz-se/cumpre-se a Vontade do Universo, fez-se/cumpre-se a Vontade Divina, a qual é preciso observar, acolher, seguir...

Se essa “razão” conseguir se torna evidente para nós, convém pensar, por exemplo, naquilo que esperamos e/ou exigimos dos outros, naquilo que esperamos e exigimos de nós, especialmente em relação ao nosso Ser.

Usee


Nenhum comentário:

Postar um comentário