terça-feira, 3 de junho de 2014

Quando nossas escolhas nos aprisionam...

                                                     Postagem original em 24/04/2012
Google Imagem


Há quem afirme “ser livre” por ter feito ou por fazer escolhas. E é comum pensar-nos livres quando “podemos” escolher.

Na medida em que escolhemos, decidimos por um caminho ou destino (que, em geral, supomos e/ou cremos ser o melhor), então, convém perguntar se “tais” escolhas constituem um ato de liberdade.

Muitas vezes, as escolhas que fazemos nos levam ao aprisionamento a algo, a alguém, a alguma situação ou condição... Então, ao invés de constituírem um ato livre, constituem uma prisão.

Em geral o que nos aprisiona (mais) se mostra (muito) atraente, seduz, enreda..., enche os olhos, alimenta a vaidade... São coisas, objetos, pessoas, situações, condições, lugares, ambientes, etc., que nos habituam, viciam, levam a dependência, a falta de amor próprio, etc.

Além de nos aprisionar (e por fazê-lo), muitas das nossas escolhas nos limitam, conserva-nos na ilusão, alienados a valores ou situações que nos impedem de olhar para dentro de nós mesmos...

As consequências destes “limites” e “impedimentos” estão aí, bem explícitas...

Então, que tal perguntar-nos:

Aonde minhas escolhas tem me levado (ou levam).

A/ao que elas me prendem? E como o fazem?

Por outro lado, é preciso ter clareza das escolhas que nos fazem verdadeiramente livres...

Temos a clareza?

Usee

Nenhum comentário:

Postar um comentário