domingo, 15 de abril de 2012

SOU LIVRE?


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Quando penso ter o controle sobre o que quero e  gosto, sobre o que fazer ou deixar de fazer; quando e como bem entendo, penso ser livre, penso estar exercendo minha liberdade e que  a liberdade se resume a isto.

Quando penso e ajo assim, fico refém das minhas vontades, dos meus interesses, das necessidades que invento, das atenções que careço e preciso dar, do meu modo de pensar (do que pensam os outros!), dos valores que dirigem minhas ações e atitudes...

A liberdade que “penso” experimentar em minha vida, em minhas relações e relacionamentos, no fim, afigura minha prisão, uma vez que “liberdade” não consiste em poder fazer, poder ter, poder pensar e agir como bem entendo e quero.

Quando tenho a pretensão de ter o controle e decidir sobre (fazer ou não fazer) qualquer coisa, tendo por base (“apenas” e exclusivamente) minha vontade, interesse e necessidade, (tendo por base “minha liberdade”), me nego enquanto Ser integral, partícipe e parte do Todo, partícipe e parte de toda Criação...

A verdadeira liberdade não se explica pela erudição das filosofias ou das teorias éticas, não se entende pela (suposta) efetividade prática (ou sua impossibilidade), nem pelas orientações religiosas, não se dá a entender na idealidade ou utopia...

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A verdadeira liberdade só experimenta 
quem vive segundo seu Ser, 
quem age em consonância com Ele...

Livre é quem respeita e atende a integridade de seu Ser, 
quem a ele se entrega na Luz e no Amor ao Todo, 
na Luz da Sabedoria que tudo entende, converte, orienta...

Usee


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