quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Consciência atenta...





É uma razão conscienciosa que devemos cultivar, sob pena de deixar prevalecer à razão que atua ‘apenas’ sob/sobre “suas razões”.

Aliás, é preciso dar à volta nesta razão, sobrepondo-a com o coração...

Que nossos pensamentos e sentimentos sejam dirigidos por uma consciência atenta, capaz de perceber, discernir e atuar com sabedoria, diante das limitações, entraves e desvios que se impõe ao caminho do SER...!

Que, uma vez atentos, possamos agir com entendimento, a fim de reintegrar-nos ao nosso lugar comum... no TODO!

Usee



TODOS OS DIAS...



TODOS OS DIAS...

Não há um só dia em que TODOS os SERES, de TODOS os REINOS,
aqui encarnados, não lutem pela sua sobrevivência voltados e vinculados à da sua espécie...

Botões de flores desabrocham,
enquanto outros murcham, caem.


TODOS estes SERES seguem e respeitam as Leis da Criação e da Natureza (da Mãe Terra). Mesmo sujeito ‘as ações do tempo/clima’,
estão ali todos os dias em concordância a harmonia. Não desistem, nem reclamam...

Pássaros cantam,
enquanto outros silenciam-se, daqui se foram.


Estes SERES travam uma intensa batalha diária, 
mas sempre de pé. 
Pois, mesmo tendo de conviver com a ingratidão, ganância 
e individualidade humana, não se ‘vingam’, 
nem agem com covardia. Apenas permanecem efetuando seu caminhar...

A troca natural,
onde um se serve do outro no que necessita,
é Lei que se vê e segue.


Sujeitos as intempéries e ao descaso humano, estes SERES ‘refazem-se’ TODOS OS DIAS!... Aprendem em cada momento
e não ‘fazem’ de todos os humanos, como ‘farinha do mesmo saco’.
Mantêm-se alinhados e ‘percebem/SENTEM’ a diferença/diversidade humana em suas ‘sintonias’. 
Mesmo tendo presenciado o extermínio de sua ‘família’, 
conseguem conviver e dar AMOR ao humano, aprendendo com as situações e superando-as...

Pode o vento, a chuva ou ‘o homem’ destruir o seu abrigo,
que no mesmo dia começa-se a se levantar outro.


E nós, humanos?...

Ficamos TODOS OS DIAS voltados para o que ‘nos acontece’!
Ao que ‘o outro nos fez’, ao que ‘perdemos’ ou ‘deixamos de ganhar’...
Dedicamo-nos ao que ‘queremos e desejamos’, ‘damos um amor’
quando e para quem nos interessa e convém.
Mas falamos!...

SIM, FALAMOS!
E como...

E enquanto ‘falamos’ das nossas dores, lamentos, desejos e mais;
continuamos a ignorar aos ‘outros’ com suas dores, lamentos
e desejos, como também e é claro, as ‘outras espécies’.

TODOS OS DIAS repetimos as mesmas coisas,
dando um 'enorme valor' a esta 'nossa passagem', 
individualmente... aos nossos 'dramas' e quimeras.

ArqueiroHur

arqueirohur.blogspot.com/

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Palavras...


Palavras...!
Convencem da mesma forma que dissuadem! Equilibram e desequilibram!
Iludem da mesma forma que desiludem! Esclarecem e obscurecem!
Afirmam/reafirmam ou contradiz...!

                                                                                    Google imagem

Quando há um propósito, um apontamento, uma orientação, uma verdade a ser dita, as palavras devem evidenciá-los com clareza...

Palavras surtem efeito e produzem consequências! Por isso, a força com que nos alcançam depende do testemunho e da firmeza de quem as pronuncia (caso contrário esvazia-se seu sentido...).

O terreno onde as palavras caem precisa ser fértil, caso não seja, deve ser reparado, tratado, preparado. Seu semeador deve ser habilidoso, cuidadoso, deve ter intenções puras e coração sincero...

Só assim as palavras proferidas podem esclarecer, dar a conhecer, dar entendimento, mostrar o caminho da Verdade e da Luz. Só assim poderão ser compreendidas, acatadas e guardadas no coração...

Então, que saibamos observar e estar atentos às palavras que escutamos e/ou pronunciamos...


Usee


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Aprendemos?


O tempo inteiro nos deparamos com problemas, situações e desafios, com os quais aprendemos ou deveríamos aprender...

Será que aprendemos?




É comum a fala: “aprendi a lição”!
Será?
Deu-se mesmo um aprendizado?
Tirou-se mesmo uma lição?



O ideal/esperado é que isto aconteça e que nos leve a uma mudança...

Quando “efetivamente” aprendemos, revemos e reparamos nossos erros, modificamo-nos, nos tornamos mais atentos, assumimos outra postura, tomamos outra direção.

A “oportunidade” do aprendizado nos é dada para aperfeiçoar-nos, purificar-nos, evoluir.

Quem tem o entendimento desta oportunidade e possibilidade de aprendizagem, toma cada problema, situação ou desafio e os observa, afim de reparar-se onde for preciso e necessário.
 
É assim que nos modificamos interiormente, para então deixar a mudança transparecer em nossas atitudes.


Usee


O horizonte da "felicidade"




Quando vinculamos a felicidade à condição de “ter” e “poder”, pensamos poder ser “feliz” tendo/possuindo algo, ou “podendo” fazer/ser o que queremos ou pretendemos.


Este vínculo cria um “modo de ser”, que esvazia o verdadeiro sentido da vida e nega o que nos cabe ser; esvazia-nos enquanto Seres Espirituais distanciando-nos de nossa Essência.

O que resulta disto é vazio interior e a busca infindável por “algo que falta” para “ser feliz”...

Não nos damos conta de que tomamos falsos caminhos; que pegamos atalhos, para um lugar que, neste horizonte, é ilusório...

Esta é uma verdade: não se é feliz pelo que se "tem" ou pelo que se "pode" fazer, mas pelo que se é interiormente; no horizonte do Ser!

Neste horizonte, a felicidade se constitui como um “estado” de tranquilidade, simplicidade e completude interior, que independe de adendos, adereços, títulos, posses, apegos, poder...

Pensá-la intangível é resumir-nos e limitar-nos à matéria, ao efêmero, ao superficial...


Usee


sábado, 25 de agosto de 2012

Consciência...






Cada vez mais me dou conta:

Para estar em mim
preciso de coração leve,
pensamento puro,
corpo são...

Para estar no caminho,
cultivando meu Ser,
devo sentir e viver
o Amor e a Verdade,
Ser Luz, propagar a Luz...

Devo esforçar-me:
desamarrando-me dos apegos,
libertando-me das ilusões,
minimizando minhas questões,
purificando minha alma,
atentando meu entendimento,
doando-me sem divisões...


Usee

"equilibrio" exige esforço...



Quando “nossas questões” falam mais alto, é porque damos demasiada importância a um “dado sentimento” ou situação (ou a nós mesmos). 

[Disso eu sei! Conheço as consequências!]

São os artifícios, produzidos pelo ego, provocando as reações que afetam aos outros e a nós próprios... Nessa ocasião o outro fica refém de nossas ações e reações, seja como “alvo”, seja como produtor dos (supostos) motivos que gerou desequilibrio...

O que nos cabe, diante disso?

* Buscar em nós mesmos os motivos dessa força que desequilibra, identificando sua causa, a fim de saná-la.

* Estar ciente de que o equilíbrio exige esforço, coragem, determinação, controle das emoções (autocontrole), atenção para com certos pensamentos, persistência...

Se desejo estar no caminho, em Verdade e Luz, límpida e com  vigor, devo, com entendimento, silenciar-me, escutar-me, rever-me, reservar-me, equilibrar-me...

Este é o propósito que me dou e que tenho acatado em meu interior, a fim de cumprir o que cabe a meu Ser.

Usee



domingo, 19 de agosto de 2012

Confiança no Ser, confiança em ser...


“Todos os dias, mesmo com o tempo nublado (não visível),
o sol está ali, no seu lugar, disponível.
Sente-o (sabe da sua existência), 
quem assim se propor e confiar.

Então, entendam que vocês ‘não precisam’ de nada,
de ninguém.
Somente de vocês mesmos!”**  




Sim!!

Uma vez  no caminho;
conscientes de quem somos
e cientes do que nos cabe no mundo,
guiados pela Luz que não cessa
e dirigidos pela Verdade que supre,
devemos confiar, nos ater a nós mesmos;
buscar em nosso Ser
o suporte que precisamos...

Pela confiança sabemos:
independemos dos suportes,
do mundo exterior.
(coisas, pessoas, situações),
Dele, teremos o necessário
e o que nos couber
(quando for necessário).

Quem sente e confia em seu Ser,
descobre bastar-lhe as coisas do alto;
que busca e observa...
Aprende a desapegar-se, a não depender...,
pois sente, confia e lhe basta
a Luz/Verdade Divina...

Sabe e SENTE
que o “Universo tudo governa”,
e que a Vontade Divina permite,
para que na escolha;
amparados por seu Amor,
possamos nos determinar ao caminho...

Usee


** [ArqueiroHur – Não dependam... Confiem e Sintam!  Em 15 de agosto de 2012 - arqueirohur.blogspot.com.br ]

 

O que nos é devido...





O Ser é,
em si e no Todo,
Luz, Verdade, Amor,
Sabedoria, Bondade e Justiça,
expressos de todas as formas...

É isto que nos é devido
neste mundo:
Ser e estar segundo a Luz,
a Verdade, o Amor, a Sabedoria,
a Bondade e a Justiça!!

Nisto devemos nos converter,
para praticar e propagar...

Porque então não o fazemos?

Usee


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Certeza...



O que levamos deste mundo?
NADA!
Quem consegue negar esta certeza?
NINGUÉM!




Então, porque nos prendemos tanto às coisas, pessoas e situações? Porque anulamos e negamos nossa essência e nos distanciamos de nossa condição de Ser...?

É certo que desconhecemos a condição do nosso Ser; o que lhe cabe neste mundo. Desconhecemos porque deixamos de escutá-lo e de observar o exemplo quer todo Ser manifesta...

O resultado deste "nosso" modo de estar no mundo é o alheamento, o distanciamento, separação (e tudo que daí advém)... A consequência disto está aí, a olhos vistos...


Usee


domingo, 12 de agosto de 2012

Diante da Luz...





A Luz que a tudo envolve, aclara a inteligência,  nutre a sabedoria, aquece o coração, dá vigor a decisão e escolha, energiza a vontade da permanência no caminho...

A Luz que “tudo ver”, ilumina a alma, faz ciente o “Eu”, descerra as cortinas da separação, providencia e promove a harmonia interior; que será percebida e reconhecida exteriormente.

Diante da Luz, quando há propósito e entrega, tudo se dissolve: conflitos, rancores, mágoas...

O Ser experimenta leveza, e então, pleno de Luz e Verdade, dirige os passos a serem dados...

Usee


sábado, 11 de agosto de 2012

Determinação...



Quem escolhe estar na Luz;
acolhe-a em seu íntimo.
Determina-se, na prática,
com atitudes e ações,
e se deixa conduzir,
sem “pensar”, ponderar, pesar
ou esperar um ganho...

Quem escolhe estar na Luz
Escolhe seu Ser
Acolhe-se e se guia
pela Verdade.
Em consciência,
busca o entendimento
Observa-se, revendo-se, a todo instante...

Não se deixa submeter pela vontade do ego, 
não se curva ou cede às “necessidades” 
que ele inventa e produz...

Sabendo que o Universo lhe ampara, 
entrega-se, 
não se permitindo o controle...

Usee


A "Natureza do Amor"



O Amor, que a tudo principiou, revela-se na essência de cada coisa; participa de sua intimidade...

É Luz e Verdade, presumida, sentida e experimentada, como Realidade primeira  e última de todo Ser...


O Amor repousa sobre aquilo que apreendemos pelo sentir e pelo entendimento, evidenciando o princípio que tudo envolve e governa.

Mas nós, que afirmamos exercer, querer, propagar o amor, mantemos olhos, ouvidos e entendimento fechados a seu verdadeiro significado.

Damo-nos e alimentamos o entendimento vão e efêmero das paixões, dos sentimentos superficiais, dos interesses afetivos... Enquanto isso nos privamos da intimidade do "Verdadeiro Amor", afastado-nos de sua Natureza...

A “natureza do Amor”?

É aquela que o sentir revela, quando, diante da Criação, se experimenta a pertença...

É aquela que regozija o entendimento, quando este, ciente da Unidade, experimenta a Verdade no Ser de cada coisa...

É aquela que liberta, reconcilia e vivifica o Ser de cada um, fazendo-o vigorar na unidade “Ser-Mente-Coração”, em consonância com o Todo...

Usee



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sentimento...



Quem escolhe o caminho do Ser precisa vencer as inquietações que as "carências", o pensamento, as emoções e os sentimentalismos produzem...

Quem escolhe continuar no caminho, precisa das provações, do aprendizado, para então abandonar as “escoras” e as amarras que o mundo produz...;

Precisa olhar para dentro de si e silenciar-se, escutar o que seu Ser lhe comunica, compreender o caminho, tomar a direção...

O verdadeiro silêncio, assim como o verdadeiro entendimento, faz ver, repara, transmuta... Por sua vez, a mais sincera entrega ao Ser se dá pelo silêncio.

O que resulta daí?

O coração brando, a consciência acesa, o entendimento atento..., a alegria, a harmonia, o pertencimento ao Todo.
...

Cada vez mais sinto e experimento estas verdades dentro de mim...

[Sim, experimento-as em vários momentos!] 

Cada vez mais vigora em mim a certeza de que a escolha, a determinação, a observação, a vigilância e a entrega são necessárias para  que eu possa encontrar-me em meu Ser e estar no caminho...

Usee


sábado, 4 de agosto de 2012

Transparência, sinceridade e verdade


                                                                                                
Transparência exige sinceridade, sinceridade exige verdade – exige que a verdade do nosso Ser transpareça, que a “falsa verdade” que o ego produz e propaga seja reconhecida e negada, e que, assim, sejamos claros e iluminemos com nossa Luz interior...

                                            Foto Gyn - Sir

Podemos, sim, tencionar transparência e sinceridade para com os outros, e desejar que os outros o sejam para conosco...

Porém, temos maturidade, vontade e assento interior suficiente, para reconhecê-la (transparência) e aceitá-la (sinceridade)?

Nem sempre acontece!

Em geral anulamos ou nos afastamos daqueles que "ousaram" ser sinceros e que, em sua transparência nos diz verdades... 

É muito fácil intencioná-las e desejá-las! Mas, daí "ser" ou "aceitar" há um caminho... Em geral vem a mágoa, o sentimento de ingratidão, etc.

O que é preciso para aceitá-las, quando vindas dos outros, e para sê-lo para com os outros, quando necessário?

Quando que é necessário sê-lo, quando “julgamos”?

E se for o (nosso) “ego” e não o nosso “sentir” a fazê-lo?

...É desconfortável exercer a sinceridade, sobretudo quando esta exige transparência...


Para sê-lo ou exigi-la é preciso:

* Reconhecer que transparência e sinceridade se dão na prática, não no discurso;

* Abertura para aceitá-las, reconhecendo-nos ou não no contexto... 

(quando nos reconhecemos convém rever-nos, quando não reconhecemos convém buscar o entendimento do que teria levado ao que julgamos ser um equivoco...);

* Ter em mente que, relativo à sinceridade, se o outro estiver equivocado tal equivoco se deveu-se a alguma impressão que nós facultamos... (neste caso, ser claro em relação a nossas atitudes, gestos e ações, é fundamental...).

* Considerar os dois “polos” suscetíveis aos "efeitos" da sinceridade... Diante deles, convém-nos a transparência (na prática), a começar pela clareza acerca do nosso “eu” e do nosso modo de ser...

Se não conseguimos ser “claros”, se sentimos que não conseguimos ser, convém (saber) pedir perdão e perdoar... (mesmo em silêncio)...

Usee