segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O horizonte da "felicidade"




Quando vinculamos a felicidade à condição de “ter” e “poder”, pensamos poder ser “feliz” tendo/possuindo algo, ou “podendo” fazer/ser o que queremos ou pretendemos.


Este vínculo cria um “modo de ser”, que esvazia o verdadeiro sentido da vida e nega o que nos cabe ser; esvazia-nos enquanto Seres Espirituais distanciando-nos de nossa Essência.

O que resulta disto é vazio interior e a busca infindável por “algo que falta” para “ser feliz”...

Não nos damos conta de que tomamos falsos caminhos; que pegamos atalhos, para um lugar que, neste horizonte, é ilusório...

Esta é uma verdade: não se é feliz pelo que se "tem" ou pelo que se "pode" fazer, mas pelo que se é interiormente; no horizonte do Ser!

Neste horizonte, a felicidade se constitui como um “estado” de tranquilidade, simplicidade e completude interior, que independe de adendos, adereços, títulos, posses, apegos, poder...

Pensá-la intangível é resumir-nos e limitar-nos à matéria, ao efêmero, ao superficial...


Usee


Nenhum comentário:

Postar um comentário