segunda-feira, 22 de abril de 2013

O Trabalho do Universo sobre si


Republicado em 28/08/2012
                            Postagem original http://arqueirohur.blogspot.com.br/, em 06.01.2012



De onde vem nosso sentimento de culpa (diante de algo ou de alguém), nossas agonias, nossos medos? Vem nós mesmos, óbvio!

Ninguém passa por esta vida sem ter, em algum momento, cometido erros, faltado com a verdade, causado danos ou prejuízos a si e aos outros.

Afinal, quem, além de nós, toma decisões, escolhe e age por nós? Ninguém!

Então, são as decisões equivocadas que tomamos, as escolhas mal feitas que fazemos, as más ações que praticamos que incidem sobre nós em forma de culpa, agonia e medo. É a nossa consciência nos acusando do “passo em falso” que foi dado. Nossa consciência nunca pesa ou nos acusa à toa. Nunca!

Nossas culpas, agonias e medos são sintomáticos sempre! Dão-se pelo fato de admitirmos que “pisamos na bola”, que o “leite foi derramado” e que, por causa disso, “arranhamos nossa imagem” (diante dos outros), maculamos nossa alma, violentamos nosso Ser.

Remorso? Culpa? É, passamos a carregar este “peso” quando não somos capazes de refletir sobre nossos atos.

Isto acontece não só pelo que causamos a nós mesmos, como também pelo que causamos aos outros (aqui, quando falo “outros”, me refiro a tudo que existe fora de nós, e não apenas pessoas).

Esquecemo-nos (ou nem temos consciência) que nosso “Ser” sente e sofre as consequências, quando nos perdemos de nós mesmos por causa de nossos atos e erros (o que aqui chamo de “erro” diz respeito a passar por cima de valores e princípios; a não considerá-los e tomá-los como móvel das nossas ações).

Por isso, é dramático quando nos encontramos diante de nós mesmos; diante de nossa consciência [claro que nem todos o conseguem, e claro que muitos fogem (desse encontro!)]. É dramático, mas necessário!




Penso que é necessário também estar diante do olhar do outro (de outra pessoa) sobre nós, nos dizendo às verdades que não soubemos escutar de nós mesmos, nos fazendo enxergar o que não soubemos ver por nós mesmos (nos fazendo ver o melhor, ou o pior, das nossas ações ou da falta destas).

Tudo isso deve se sobrepor a nós e nos fazer ver que não há mais espaço em nossas vidas para repeti-los. Saber disso pesa, mas nos faz acordar para nos rever, ali, onde fomos fracos, omissos, egoístas, hipócritas.

Tribunais à parte (da nossa consciência e do olhar do outro), o que importa no fim das contas é reconhecer que falhamos, é tomar um caminho diferente, o caminho da verdade que está dentro de nós..., o caminho que nosso entendimento apresenta e que nossa consciência indica como suporte/base para nossas escolhas e ações.

Usee
                                                                      



                  
                    Rever-se é a condição necessária!
                    O trabalho há de ser realizado,
                    guiado pela LUZ, pela Evolução!...

Não somente ou voltado para si consigo mesmo, para “o seu interesse de querer ser”. Mas tendo por objetivo o si no Todo, sendo Uno a Ele!

Este é o caminho!

Permitir-se sair do individualismo e sentir-se como uma peça integrada ao Todo.
Transformando cada situação em LUZ, em AMOR... E propagá-lo, com a atuação em cada ato realizado, em cada movimento...

Perdoando-se para poder perdoar!

Reconhecendo a "mão do Universo" voltada sempre para o crescer/Evoluir, amparando-nos à cada instante.

Encontrando a alegria, em cada movimento e ação deste crescer, do AMOR DIVINO e assim, ESTAR e SENDO Ele.

ArqueiroHur


Nenhum comentário:

Postar um comentário