sábado, 4 de agosto de 2012

Transparência, sinceridade e verdade


                                                                                                
Transparência exige sinceridade, sinceridade exige verdade – exige que a verdade do nosso Ser transpareça, que a “falsa verdade” que o ego produz e propaga seja reconhecida e negada, e que, assim, sejamos claros e iluminemos com nossa Luz interior...

                                            Foto Gyn - Sir

Podemos, sim, tencionar transparência e sinceridade para com os outros, e desejar que os outros o sejam para conosco...

Porém, temos maturidade, vontade e assento interior suficiente, para reconhecê-la (transparência) e aceitá-la (sinceridade)?

Nem sempre acontece!

Em geral anulamos ou nos afastamos daqueles que "ousaram" ser sinceros e que, em sua transparência nos diz verdades... 

É muito fácil intencioná-las e desejá-las! Mas, daí "ser" ou "aceitar" há um caminho... Em geral vem a mágoa, o sentimento de ingratidão, etc.

O que é preciso para aceitá-las, quando vindas dos outros, e para sê-lo para com os outros, quando necessário?

Quando que é necessário sê-lo, quando “julgamos”?

E se for o (nosso) “ego” e não o nosso “sentir” a fazê-lo?

...É desconfortável exercer a sinceridade, sobretudo quando esta exige transparência...


Para sê-lo ou exigi-la é preciso:

* Reconhecer que transparência e sinceridade se dão na prática, não no discurso;

* Abertura para aceitá-las, reconhecendo-nos ou não no contexto... 

(quando nos reconhecemos convém rever-nos, quando não reconhecemos convém buscar o entendimento do que teria levado ao que julgamos ser um equivoco...);

* Ter em mente que, relativo à sinceridade, se o outro estiver equivocado tal equivoco se deveu-se a alguma impressão que nós facultamos... (neste caso, ser claro em relação a nossas atitudes, gestos e ações, é fundamental...).

* Considerar os dois “polos” suscetíveis aos "efeitos" da sinceridade... Diante deles, convém-nos a transparência (na prática), a começar pela clareza acerca do nosso “eu” e do nosso modo de ser...

Se não conseguimos ser “claros”, se sentimos que não conseguimos ser, convém (saber) pedir perdão e perdoar... (mesmo em silêncio)...

Usee

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