quarta-feira, 3 de abril de 2013

Reconhecemos o significado e destinação do nosso “estar no mundo"...?




“Existimos, a que será que se destina?”


Postagem Original 13/01/2013


Não é por acaso que desconhecemos ou ignoramos o sentido, significado e destinação do nosso “estar no mundo"...

Muitos passaram (estiveram) e muitos estão passando pela existência sem reconhecer-se e conduzir-se em consonância com o sentido de sua existência, atento, consciente, ciente, autenticamente dado ao/no convívio com os outros (toda Criação).

Os discursos proferidos, o “tom” dos apelos pela “necessidade” da mudança de postura no que diz respeito ao “convívio” e “trato” com os outros e pela construção de uma (nova) "mentalidade planetária", por si só, apenas atende a voga de uma pseudo consciência, forjada pelo temor e pelo interesse (de preservação e segurança), particular e/ou coletivo, diante do que se anuncia.

Nós, porque (e quando) nos distanciamos de nossa natureza (essência/Ser) nos deixamos levar por esse modo de ser e estar... Falta-nos o “olhar” razoável, a atitude razoável, uma postura razoável diante do mundo, para com nós mesmos, para com os outros, para com o Todo...

A “consciência de si” (o reconhecimento de si), a autêntica relação conosco e com o Todo, não passa pelo temor ou pelo interesse, passa pelo sentir e pelo entendimento do que nos cabe ser, de como devemos agir, de como devemos “atuar”, enquanto aqui estivermos.

É por aí que damos passos no sentido compreender o sentido de nosso “estar no mundo”, que reconhecemos o significado e destinação de nossa existência e da existência de cada coisa, de cada um dos outros.

Usee


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