segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Permitir-se habitar pelo Amor: um exercício, um trabalho.


Postagem original em 25/06/2013


Quando o ser humano se permite habitar pelo Amor, ele abre espaço para reconhecer e compreender, em si e nos outros, o que deve ser cultivado e mantido e o que deve ser modificado e transformado.

Entretanto, mudança e transformação têm (e deve ter) ponto de partida e de chegada em cada um, individualmente, pelo esforço que se faz (e deve fazer) para rever e abandonar vícios, hábitos, crenças, valores, condutas e comportamentos que lhes impeçam de elevar-se...

Em nós, o Amor começa a ser exercido quando reparamos nossa ‘aridez’ interior e tornamos propício/fértil o Solo do Coração, para que Ele o habite...

Deixar-se habitar pelo Amor é ver-se a si e ao outro com respeito e amorosidade. É respeitar a tudo e todos, a começar por si mesmo. É olhar a si mesmo, observar-se, perdoar-se, rever-se, transformar-se, colocando-se em consonância com a Vontade Divina. É aprender a escutar o coração e suas razões. É perdoar ao outro, incondicionalmente. É se entregar ao amparo desse amor, refletindo-o nas atitudes e ações.


Vem do Amor o poder da cura, do reparo, da elevação. Vem do Amor a leveza, a simplicidade, a amizade, a doação... Então, permitir-se a Ele é um trabalho necessário para manter-nos íntegros e consoantes à Vontade do Pai.

Obviamente que o Amor, que aqui me refiro, é algo a ser vivido pela observação de sua manifestação através de toda Criação e do que Ela reflete – seja através do SER de cada um;  no que Ele dissemina, seja através dos eventos; situações, acontecimentos... –. É um trabalho, a ser aprendido, um exercício a ser feito, mediante desprendimento, doação, entrega e respeito (a si e aos outros).


Usee

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