segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O bilhete (único) da viagem - ArqueiroHur





O bilhete (único) da viajem

Por quantas vezes, você acha que consegue ou poderá
trocar, adiar uma passagem/bilhete
(de ônibus, trem, navio ou avião)
comprada e marcada com dia, horário e destino?...

E se você se atrasar, o que acontece?...

Na 1ª pergunta, é bem provável
que somente possa trocar/adiar uma vez
ou com muita 'sorte', duas.
Na 2ª, em geral,
você irá perder o seu direito de embarque, o seu dinheiro,
pois, o ônibus, trem, navio ou avião,
nada, nenhum deles, ficará 'parado' lhe aguardando.
Tudo seguirá 'sem você', com o seu lugar
(poltrona, assento, cabine...) ficando vazio
ou sendo preenchido por outro.
Tendo, então, de se 'buscar alternativas',
fazendo baldeações, alterando o 'roteiro',
enfim, retardando 'a sua chegada'
para alcançar o seu destino
(pretendido, aguardado, esperado).


E, se no "mundo" tudo funciona dentro de uma 'ordem',
com responsabilidades a serem cumpridas
(datas, horários e etc.);
não sendo 'um indivíduo' em especial,
"mais importante" do que os outros passageiros,
para "reter as partidas/movimentos";
por que você desconsidera "as suas" responsabilidades
diante do TODO
e ignora a Ordem Divina, os seus movimentos?...

Por que você considera que o TODO e a Criação
têm de estar ao "seu servir",
sempre prontos para atender aos seus desejos e quereres?...

Por que você 'pensa' que tudo se dará no "seu tempo"
e que você não possui 'tarefas' diante do TODO;
ou que Ele ficará 'parado', lhe aguardando?...


Para seguir a "sua viajem" ao encontro/rumo do seu destino,
você tem e teve de cumprir o 'estabelecido' na sua passagem/bilhete,
pois, que seja na rodoviária, ferroviária, aeroporto ou porto,
todos os dias ocorrem diversas 'partidas/saídas', para os mais
diferentes destinos.

E é desta mesma maneira que devemos agir, nos posicionarmos,
diante do TODO, da Criação.
Que é procurando cumprir o que nos cabe
(o acordo/plano Divino do nosso SER).
Procurando, através do silêncio/quietude perceber/descobrir
o que está estabelecido para você, enquanto SER,
individualmente.

Por qual ‘meio de transporte’ e com qual destino,
em ‘que dia e horário’;
o que lhe cabe efetuar, onde e com quem,
são questões que somente Ele, Seu SER, pode lhe responder.


É claro, que o aqui exposto, se refere
ao compromisso do Seu SER com o Universo Evolutivo
e a Mãe Terra.

E que ninguém é obrigado a cumpri-lo, ou aceitá-lo.
Você, como qualquer um, É livre!...

Você pode simplesmente embarcar “num coletivo”,
ou seguir à alguém.
É do seu do direito!... Assegurado pela Criação.

Mas, se você deseja cumprir “a sua parte” diante do TODO,
entenda que ela pertence ao Seu SER,
não aos seus conceitos, desejos e vontades
e assim,
respeite o estabelecido, o que consta do “seu bilhete de viajem”.
Ele é único e individual.

Confie e se lance na jornada. Verás que vale à pena!
ArqueiroHur

Publicado em sábado, 5 de janeiro de 2013, por http://arqueirohur.blogspot.com.br

sábado, 24 de agosto de 2013

Precipitação e julgamento


Postagem original em 26/02/2013

Embora tenhamos imensa dificuldade em fazer um juízo sobre nós mesmos (quando o fazemos é com o ego inflamado de vaidade ou de forma depreciativa), não raro, temos muita facilidade em fazê-lo em relação aos outros, o que ocorre, invariavelmente, em tom de julgamento (depreciativo ou de pujança).

Costumamos nos antecipar ao modo de ser do outro – de todos outros – fora de nós (não falo só de outra pessoa), olhá-los, julgá-los e julgar conhecer aspectos de sua pessoalidade e de seu interior, como se tivéssemos o poder de revirá-lo ao avesso, penetrar em seu Ser e conhecer sua Essência.

De onde vem esta pretensão e arrogância? Quem nos deu esse poder?

Embora este seja um comportamento recorrente, raramente (ou nunca) nos leva a refletir.

Pensar sobre nossas atitudes é sempre uma tarefa difícil, e muitas vezes dolorosa, uma vez que não nos reconhecemos sob o mesmo parâmetro nem nos medimos com a mesma medida com que medimos o outro.

O princípio básico que devia (e deve) nos orientar é o seguinte: “assim como não me conheço completamente, também não posso conhecer o outro”, portanto, devo abster-me de julgá-lo.

O conhecimento que podemos ter de nosso interior; de nosso Ser, depende do acesso ao caminho que nossa consciência nos dá.

É ela que abre caminho para o “reconhecimento” e conhecimento do Ser; nosso e do outro (dos outros) fora de nós, no lugar em que este se manifesta (na própria consciência), e “apenas” aí.

Assim sendo, o conhecimento e reconhecimento do outro, depende do conhecimento e reconhecimento que temos de nós. Nestes termos, conheço e reconheço o outro, apenas e na medida em que conheço e me reconheço; conscientemente. Isto equivale a "sentir", aceitar, respeitar e amar;  a mim e ao outro. 

Percebem o vínculo necessário da condição do Ser? 
Percebem o “elo” que nos faz ser segundo (e com) o outro (os outros), segundo uma Unidade; plasmada e predeterminada?

Eu sei, é incognoscível...

Então, se foge à nossa compreensão, porque nos antecipamos, emitimos juízos e julgamos o outro, como se tivéssemos a posse do conhecimento de seu interior?

Ah! Pela aparência! Pelo que ele “mostra” ser!

É... Não é por outra instância que o fazemos!

Usee


Entendimento VI




Tendemos a “achar”, imaginar e “pensar” algo, diante das pessoas – com seus comportamentos e atitudes –, das situações, acontecimentos, e mesmo diante da Criação e da Providência Divina; no que Estas nos ofertam para aprendizado, revisão e perdão.

Tendemos a formar “impressões” e sair propagando como se fossem “verdades” (e costumam ser nossas verdades!). A olhar com olhos de malícia (ainda que não assumamos), a nos limitar às aparências, e achar "normal" fazê-lo, deixando de ter ou buscar o entendimento do que estas atitudes significam.

Não compreendemos ou aceitamos que o “achar”, “imaginar”, “pensar” que orientam nossas atitudes costumeiras, no sentido que tem; de suposição, é precipitação, é julgar. E que esta “propensão” interior (que nos leva a julgar) nos coloca e mantêm na sintonia do julgamento e impede de reconhecer esses impulsos e rever-nos.

Em nós, esta propensão é formada pelas permissões e concessões que fazemos à vibração inferior, contrária ao nosso Ser. E esta nos atinge, envolve e leva a individualizar, segregar, negar, anular, a nós e aos outros...

O julgamento, a consciência nos deve revelar (e revela), não é conforme o SENTIR, não é conforme o SER.

O SENTIR faz vibrar e vigorar o Ser em nós! Mostra e faz saber seu propósito e trabalho àqueles que o sabe perscrutar e escutar. 

Assim sendo, ilumina, aclara e orienta, oferecendo as ferramentas para o entendimento, para tirar as lições necessárias, do que nos chega (coisas, pessoas, situações) e do que experienciamos (situações, acontecimentos).

Em nós a LUZ se manifesta pelo sentir, a VERDADE se manifesta pelo sentir. É a Providência Divina atuando!




A Luz, a Verdade e o sentir nos libertam... Quando isto ocorre, o pensar traduz o entendimento, sem “achismo” ou “imaginação”. Aí, sem a vibração do julgamento, atuamos com consciência, dando espaço e condição para que o Ser haja em nós...

A partir daí nos eximimos de “achar” e “imaginar” o que quer que seja. Vigiamos nosso modo de pensar, a propensão para julgar e mudamos atitudes, comportamentos e práticas, sobretudo a de nos permitir a esta vibração.

Devemos aprender a distinguir a Luz que ilumina nosso interior; que nos faz ver, aprender e tender para a Verdade, da escuridão; que nos limita ao aparente e nos leva a julgar; pelo que achamos, imaginamos e “pensamos” – expedientes que nos apartam da Unidade da Criação.


Usee


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Entendimento V





A simplicidade, a humildade e a bondade são qualidades e propensões interiores que produzem o exemplo. 

E este, quando observado e compreendido, nos faz olhar e rever a nós próprios. 

Então, passamos a orientar nosso modo/jeito de ser; naquilo que é preciso ser...


Usee


"Luz da Reconexão" - Mãe Maria




No dia em que me deparei com a mensagem que se segue, eu havia tido uma experiência de sintonia com Maria, logo cedinho. Ao lê-la eu senti e soube (imediatamente) que suas palavras cabiam no que tenho vivenciado nos últimos tempos... Me senti amparada e contemplada em vários pontos e aspectos,  chamada, mais uma vez, a fazer o caminho de volta a "fonte original"... 
Quero dar a outras pessoas a oportunidade de fazer esta leitura, então disponibilizo-a através desta postagem. Os grifos ao longo do texto são meus – Usee



       
Queridos amigos, sou Maria, mãe de Jesus na Terra. Para mim é uma grande alegria estar entre vocês, estar no seu círculo de Luz. Desejo celebrar esta manhã com vocês e envolvê-los num manto de amor muito doce, leve e suave – sintam-no.

Seus corações estão precisando de Luz. Este é um lugar pesado para vocês estarem. Seu estado natural de ser é de alegria, descontração, criatividade. Muitas vezes vocês se sentem sufocados pelas energias pesadas da Terra, e desconectados do Lar. Hoje quero lhes trazer as energias do Lar, da fonte original. Então, inspirem-na e lembrem-se quem vocês são. Desejo que se banhem na Luz de suas almas e na conexão que existe entre as nossas almas.

Peço a cada um de vocês que imagine a Luz da reconexão e unidade fluindo através de todo seu corpo. Certifique-se de que esse fluxo passe por todas as partes dele, especialmente aquelas que precisam de cura. Permita que essa Luz percorra todo seu corpo, da cabeça aos pés. Agora veja um halo de Luz em volta de todos nós. Sinta como você pode relaxar e estar em segurança dentro desse halo, mesmo que algumas partes do seu corpo pareçam cansadas e pesadas. Está tudo bem assim – deixe tudo ser como é.

Você carrega uma Luz muito preciosa na sua alma. Quando está conectado com essa Luz, você se sente uno com todo o universo. Esta é a experiência divina que você tem procurado. Quando era uma alma jovem iniciando suas jornadas na Terra, você ainda não tinha consciência dessa Luz interior, por isso procurava-a do lado de fora de si mesmo, no mundo exterior. Você era como uma criança em busca de orientação. Mas sua verdadeira missão é encontrar essa orientação no seu próprio interior. E isto se torna o nascimento da sua Divindade.

Muitas almas passam várias encarnações, muitas eras, tentando encontrar a Luz fora de si mesmas. Isto faz parte do processo de crescimento. Mas agora cada um de vocês está se tornando uma alma madura; está consciente da necessidade de voltar-se para dentro de si mesmo, porque já tentou todas as outras opções. Já tentou encontrar a Luz adquirindo poder ou posses mundanas; já tentou encontrar a Luz criando um grande ego e ganhando o reconhecimento do mundo; e já tentou encontrar a Luz perdendo-se em relacionamentos românticos, tentando fundir-se com outra alma. Estes são realmente os estágios que toda alma atravessa em sua jornada evolutiva.

Mas, em algum ponto, a alma descobre que essas coisas não funcionam, e então passa por uma crise profunda. Conforme vai amadurecendo, ela experimenta emoções profundas de solidão, separação e medo, e aos poucos vai percebendo que nada externo a ela pode preencher o vazio. Este estágio de sua jornada pode ser chamado de “a noite escura da alma”. Ela não pode mais se perder em nada externo a si mesma e, ao mesmo tempo, ainda não sabe como se nutrir, como voltar-se para dentro de si. É nesse momento que a solidão pode atingi-la mais duramente. Quando você se encontra nesse ponto – e isto acontece em muitos relacionamentos – percebe que não é possível encontrar do lado de fora o que você está procurando realmente. Portanto não existe nenhuma outra estrada a seguir a não ser aquela que leva ao seu próprio coração.

Você é a única pessoa que pode reconhecer e, portanto, acender seu próprio fogo. E muitas vezes você se pergunta: “Como faço isso?” Esta é sua pergunta eterna: “Como posso me tornar iluminado? Como posso me iluminar?” E a resposta é: “Não é você que faz isso.” O “você” que tem buscado, que tem se sentido solitário, que se desespera, não é aquele que está tornando-se iluminado. Essencialmente, a iluminação ocorre quando você se desapega dessa sua parte “você” e a libera; quando se ajoelha completamente dentro de si mesmo e desiste. Seu ego se curva porque reconhece que não conhece uma saída – ele não tem as respostas. Portanto, não saber as respostas e estar na “noite escura da alma” geralmente são o prenúncio da iluminação. No momento em que desiste, você se abre para algo novo, algo que você não é capaz de controlar. Este “algo” – a energia da sua alma – está batendo à sua porta há muito tempo.

Na verdade, você tem tido medo do seu próprio Amor divino, da sua própria Luz divina, porque, do ponto de vista humano, você não consegue controlá-los, e então resiste à sua própria Luz e fonte de alegria. Isto é muito paradoxal, quando observado do nosso lado, porque a coisa mais preciosa que você busca já está presente no seu interior! E aí está a resposta às suas emoções de desespero e solidão.

Quando parar de tentar se modificar, quando parar de tentar fazer com que sua vida “funcione”, você estará se abrindo para uma força maior que deseja carregá-lo com leveza e alegria. No momento em que estiver nesse fluxo de leveza, você se conectará com outros que estão no mesmo fluxo, e seu coração será preenchido com alegria. O encontro com sua família espiritual na Terra será uma das mais profundas fontes de felicidade e satisfação para você. Mas antes que isto aconteça, você precisa deixar ir; precisa entregar-se ao fluxo do seu coração. Não tente manipular e controlar tanto a vida. Ela se torna muito mais fácil e leve quando vivida a partir do coração.

O passo mais difícil é reconhecer que você não conhece o caminho. O ego de todo ser humano carrega consigo o orgulho, e este geralmente fecha o indivíduo para o fluxo do amor. Por isto você tem que se desapegar do seu orgulho. É isto que você faz quando se conecta com a criança ferida e vulnerável que existe no seu interior. Isto é uma coisa profundamente espiritual! Reconhecendo a essência da sua vulnerabilidade, na verdade você está se aproximando mais de outras pessoas. Conscientizando-se da sua própria criança interior ferida, você também está enxergando-a nos olhos de outras pessoas. Ao acolher verdadeiramente a sua própria sombra, a sua própria vulnerabilidade, você constrói uma ponte entre você mesmo e as outras pessoas. Isto cria naturalmente compaixão e compreensão em seu coração.

Quando está no ego, você tende a julgar e criticar outras pessoas. Você precisa fazer isto para manter sua identidade. Mas quando olha para os outros com olhos que enxergam a criança interior de cada um deles, você reconhece que essas pessoas são seres humanos feridos, exatamente como você, e assim fica mais fácil chegar até elas. E também fica mais fácil receber apoio e amor de outros seres humanos. É isto que significa criar um círculo de Luz; reconhecer sua vulnerabilidade, liberar a necessidade de controlar e liberar o seu orgulho. Para o ego, isto parece um preço alto demais para se pagar, mas na verdade, é muito baixo comparado com a solidão e o desespero que você tem que sofrer quando está preso ao ego.

Neste momento, muitas pessoas estão desejando conectar-se a partir do coração. Minha mensagem é especialmente dirigida a essas pessoas, que estão prontas para dar o salto: para se desapegarem de seus julgamentos, de sua crítica – e especialmente de si mesmas.

Abra-se totalmente para a imensa fonte de Luz disponível para você. Você construiu uma prisão ao seu redor, e estou convidando-o a sair dela. Pode fazer isto agora; você está pronto! A única coisa que precisa fazer é pedir simplesmente… não precisa lutar nem se esforçar para sair da prisão. Pode simplesmente pedir ao Espírito ou a quem quer que você considere a fonte eterna deste universo. Ou pode fazê-lo através da oração: ‘Liberte-me; quero estar em Casa de novo; quero estar no Lar outra vez.’

O Lar é dentro de você, e quando você abrir as portas do seu coração, a Luz brilhará muito intensamente! Sua Luz trará alegria para os outros e você se conectará alegremente com outras pessoas, mas também estará em paz quando estiver só. Você não precisará de outra pessoa para se realizar, mas encontrar pessoas – especialmente almas afins – será uma experiência enriquecedora para você.

Gostaria de concluir, pedindo-lhe para imaginar que estamos plantando uma semente hoje. Veja-a como uma sementinha de Luz que você está segurando. Imagine que está colocando essa semente na Terra e deseje-lhe todo o bem, de coração. Você deve confiar este raio de Luz à Terra e, em seguida, liberá-lo. Libere todo o controle ou desejo de manipular ou de saber. Apenas observe o que acontece. Um dia a Terra lhe devolverá esta energia sob a forma de um pequeno milagre que entrará na sua vida. Você se perguntará; “Por que isto está acontecendo para mim?” E talvez até queira consultar um físico ou um médium sobre isso, mas eu lhe digo: ‘Não o analise com sua cabeça; simplesmente receba as dádivas oferecidas pelo universo.’

Então, vamos agora aproveitar, por uns instantes, este halo de Luz que ainda está à nossa volta e se expande neste momento. A Luz agora é quente e dourada. Por favor, saibam que vocês estão sempre conectados com sua família de alma. Nós, que estamos do outro lado, estamos sempre perto de vocês. Aceitem nosso amor.

Mensagem de Maria canalizada por Pamela Kribbe em julho de 2013, no Sul da França – Tradução de Vera Corrêa.
CÍRCULOS DE LUZ

domingo, 18 de agosto de 2013

Amparo...




Todo amparo é dado ao que confia...
O que confia tem Fé e dela se alimenta.




Tem na força do amparo o móvel da libertação.
Liberta-se do jugo, do sedimento da ilusão.




Sem medo, se entrega, se lança, se dar...
Desprender-se das amarras, se ancora no coração.


Usee


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Reconheçam filhos, vossas limitações e condição!


Imagem: Aleh


Filhos, sabeis e compreendeis a origem das palavras e falas que costumas somar à vossas atitudes e orientar vossas realizações? Palavras nada poderão dizer ou significar, se não brotarem do Coração e aí ganharem assento. 
  
E vosso coração é sondado, escutado e conhecido, ainda que não saibas ou compreendas.

Testado ele não é, nem será, porque é conhecido e reconhecido, antes mesmo que sintas o que brota de vosso interior. Não podeis sondar-vos a vós mesmo, do mesmo modo que não podeis precaver-vos de vossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações.

O arbítrio que vos cabe sobre estes, só é exercitado na eminência de experiência-los e vivencia-los. Ainda assim, vos foge à compreensão o pensar, o sentir, o pronunciar, o agir, vosso e dos outros.

Podeis apenas perscrutar sua origem e buscar repará-los, revendo, observando e comedindo-vos, segundo o vosso sentir; segundo a Voz (comando) do vosso Ser.

Vosso ego busca e buscará razões, motivações, motivos para dar vazão às somas... Porém,  é vão o que arriscas afirmar, o que se põe a afirmar, sobre o que vem de vós ou dos outros.

Como esperar que os de fora coincidam com vós e correspondam ao que esperam?

Como esperar compreender-vos e compreendê-los?

Como esperar ter comando sobre vosso impulso interior e sobre o dos outros?

Cada um guarda em si o universo do seu Ser e encerra o mistério de ser, segundo um propósito plasmado, que não vos cabe desvendar ou compreender.

Nada que está na origem lhes é dado saber ou compreender! Então, porque especular e até propagar o que é mistério para vós?

Reconheçam filhos, vossas limitações e condição!

Eximam-se de juntar e somar palavras, quando estas não ganharem eco e assento em vossas atitudes e coração! Observem os pensamentos, sentimentos e ações que promovem a separação. 

Estejam vigilantes sobre vós! 

Com infinito amparo!

Um Ser de Luz

Por Usee

domingo, 11 de agosto de 2013

Entendimento IV

















Quando a experiência da solidão e/ou da dor proporciona algum aprendizado e produz o entendimento e reconhecimento de nossa condição no mundo, neste momento, faz brotar também a consciência de quem somos. Assim, promove o igual reconhecimento de nossas fraquezas e falhas, o perdão e a transformação interior.

A Luz do Ser precisa desta condição para promover a mudança (interior) necessária e deixar-Se fluir através de cada um, iluminando ao redor e materializando-se em atitudes e exemplos...

Usee


Pequenos Pensamentos LXXXVI - ArqueiroHur


Publicado pela primeira vez neste blog em 01.12.12




                         Quando a "consciência" segue
                         na convicção do individualismo,
                         sem sentir-se no TODO,
                         toda e qualquer sedução do mundo
                         torna-se cativante 
                         para "aplacar" ou esconder
                         a solidão individual.

                         Entretanto, 
                         o que cativa aquele
                         que SENTE O TODO
                         é honrar o nome 
                         e poder realizar
                         o compromisso do SEU SER.

                                                                      ArqueiroHur

sexta-feira, 4 de novembro de 2011 http://arqueirohur.blogspot.com.br/

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Ninguém nos restitui!




Não é “apenas” pelo mundo (externo) que nos perdemos (por nos iludirmos e nos deixar levar e conduzir de várias maneiras). Perdemo-nos muito mais quando tentamos nos encontrar “fora”, quando buscamos nos "encontrar" em lugares, nos entregando a pessoas, situações, ritos, sem voltar para nós mesmos, nos observar, escutar, discernir, trabalhar...

Este "fora" pode até nos fazer acordar/despertar, mas é para nosso interior que devemos nos voltar, para compreender-nos, rever, perdoar, buscar a paz e tranquilidade..., mas buscar com o propósito da harmonia com o Todo e com todos que nos cercam, não para uma “satisfação” ou gozo pessoal.

É preciso compreender que fora do nosso eixo não há um horizonte onde possamos nos colocar sob o amparo do Amor, da Luz/Verdade que o Pai selou no coração de cada um e que está ali, guardado, esperando o despertar, o reconhecimento, a observância...

Podemos até nos iludir dizendo sentir paz, tranquilidade, renovação, etc. indo a lugares, “recebendo” orações, afirmações, etc., sem nos responsabilizarmos...Podemos! Mas não tem como reconhecer o que nos esmorece e enfraquece, ilude, anula e afasta do propósito do nosso Ser e da Vontade Divina, se não buscarmos a resposta em nós próprios, através do sentir. 

Este sentir, por tudo que observamos em nós e ao nosso redor, nosso interior nos deve revelar. E devemos aprender a escutar. Ninguém o pode fazer por nós! 

Do mesmo modo, ninguém nos restitui, dá alguma coisa (luz, paz, serenidade, etc.) ou harmoniza! A disponibilidade e o trabalho são nossos. É de nossa responsabilidade!


Usee