sábado, 24 de agosto de 2013

Entendimento VI




Tendemos a “achar”, imaginar e “pensar” algo, diante das pessoas – com seus comportamentos e atitudes –, das situações, acontecimentos, e mesmo diante da Criação e da Providência Divina; no que Estas nos ofertam para aprendizado, revisão e perdão.

Tendemos a formar “impressões” e sair propagando como se fossem “verdades” (e costumam ser nossas verdades!). A olhar com olhos de malícia (ainda que não assumamos), a nos limitar às aparências, e achar "normal" fazê-lo, deixando de ter ou buscar o entendimento do que estas atitudes significam.

Não compreendemos ou aceitamos que o “achar”, “imaginar”, “pensar” que orientam nossas atitudes costumeiras, no sentido que tem; de suposição, é precipitação, é julgar. E que esta “propensão” interior (que nos leva a julgar) nos coloca e mantêm na sintonia do julgamento e impede de reconhecer esses impulsos e rever-nos.

Em nós, esta propensão é formada pelas permissões e concessões que fazemos à vibração inferior, contrária ao nosso Ser. E esta nos atinge, envolve e leva a individualizar, segregar, negar, anular, a nós e aos outros...

O julgamento, a consciência nos deve revelar (e revela), não é conforme o SENTIR, não é conforme o SER.

O SENTIR faz vibrar e vigorar o Ser em nós! Mostra e faz saber seu propósito e trabalho àqueles que o sabe perscrutar e escutar. 

Assim sendo, ilumina, aclara e orienta, oferecendo as ferramentas para o entendimento, para tirar as lições necessárias, do que nos chega (coisas, pessoas, situações) e do que experienciamos (situações, acontecimentos).

Em nós a LUZ se manifesta pelo sentir, a VERDADE se manifesta pelo sentir. É a Providência Divina atuando!




A Luz, a Verdade e o sentir nos libertam... Quando isto ocorre, o pensar traduz o entendimento, sem “achismo” ou “imaginação”. Aí, sem a vibração do julgamento, atuamos com consciência, dando espaço e condição para que o Ser haja em nós...

A partir daí nos eximimos de “achar” e “imaginar” o que quer que seja. Vigiamos nosso modo de pensar, a propensão para julgar e mudamos atitudes, comportamentos e práticas, sobretudo a de nos permitir a esta vibração.

Devemos aprender a distinguir a Luz que ilumina nosso interior; que nos faz ver, aprender e tender para a Verdade, da escuridão; que nos limita ao aparente e nos leva a julgar; pelo que achamos, imaginamos e “pensamos” – expedientes que nos apartam da Unidade da Criação.


Usee


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