domingo, 29 de setembro de 2013

O QUE É...? - ArqueiroHur




O QUE É...?

Nós já tomamos conhecimento, entre muitas outras coisas,
de que:
A LUZ é consciência
e consciência é LUZ.
e
Não há Rever sem consciência
nem consciência sem Rever.
não havendo uma sem a outra,
ocorrendo em separado.


Muito bem!...
Que tal agora “brincarmos de o que é, o que é”?...

Nestabrincadeira” você irá respondendo
para você mesmo
dentro dos acontecimentos do seu dia, ok?!

Assim, pelo que você já entendeu, assimilou,
se conscientizou e, principalmente, pratica;
sobre cada situação/momento/ocorrência
do seu dia,
pensamento, desejo e atitude (fala, escrita, ação,
idas e vindas, encontros, aceitação...)
que você tenha/teve e efetue/efetuou nele,
pergunte:
“o que é, o que é?”,
tendo como princípio, a ilusão/sombra
com a qual fomos formatados e vivemos de um lado,
e do outro, a consciência/orientações
e Leis da Criação que nos foram transmitidas. Ok?!

Veja, você com você mesmo, onde
suas reações e ações se sintonizaram/sintonizam,
sua vibração em qual frequência se encontra ou se vinculou?...




Mas não é para “ficar revivendo” as situações
ou para ficar acusando à isto ou àquele,
pois devemos nos lembrar de que
nada acontece conosco sem a nossa permissão.
E a proposta desta ‘brincadeira’,
é buscar o crescimento sobre/sob cada situação,
percebendo onde me permiti, saindo do equilíbrio.
Então o foco não é o externo (pessoas/ocorrências),
mas a si próprio dentro das situações...   
  
Pare sobre cada situação/sentimento/pensamento
e ou ação 
(ou em um momento do dia)
e veja/reveja se ela lhe trouxe compreensão,
limpeza/libertação
ou se ocorreu o contrário,
e você atuou por conceitos, pelos seus desejos e vontades,
procurando imprimir as coisas/situações do seu jeito.

Esta “brincadeira” de se é sombra/ilusão/controle
ou consciência/LUZ,
é individual, cabendo somente a você
“entrar e brincar” ou não.
Sem julgamentos, apenas se permitindo
e percebendo/SENTINDO as respostas que virão
do Seu SER e Universo Evolutivo.


ArqueiroHur
http://arqueirohur.blogspot.com.br/



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Reflexão I





Uma pessoa simples, sábia e humilde, ao contrário do que muitos pensam, não é permissiva, alheia, ingênua ou mansa, mas atenta, amorosa, generosa e compreensiva.

E isto se mostra no olhar, no sentir, no pensar, nos gestos, no proceder, em seu modo de viver, revelando seu Ser...




Sua simplicidade lhe faz olhar e ver tudo ao seu redor com olhos de amor, a agir com e por amor, em permanente doação.

Sua sabedoria lhe faz ver e perceber o sentido e significado de cada ser, coisa, situação e evento. Então vive e atua com simplicidade, coerência e retidão, como parte da engrenagem da vida, em comunhão.

Sua humildade lhe faz perceber e reconhecer a todos, como seus iguais, na ordem da Criação. Então observa e reconhece sua Lei e procura realizar a Unidade aqui na Terra, em consonância com Universo.



A simplicidade, sabedoria e humildade, por não ser permissiva, lhe faz endurecer diante dos vícios, do egoísmo, da arrogância que o “mundo” produz. A isto se impõe, através do amor, da luz, da doçura e da verdade que traz em seu coração.

Viver segundo a simplicidade, sabedoria e humildade é libertador..., posto que o coração, nesta condição, se abre para o verdadeiro sentido da existência, inscrito e posto em cada Ser.


É... viver segundo a simplicidade, sabedoria e humildade, é leve, sereno, íntegro e libertador. Então, porque não procuramos estar e nos manter nesta via?

Porque tomamos isso como sonho, utopia, “algo bonito de se ver” e nos mantemos envolvidos, atados, seduzidos, reduzidos ao “mundo” do egoísmo, do orgulho, da arrogância e ignorância? 


Usee

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O trabalho e o esforço...


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Com o  peso que pesamos os outros, devemos, antes, pesar-nos...

Com a medida que medimos os outros, devemos, antes, medir-nos...

Com o olhar que olhamos os outros, devemos, antes, olhar-nos...

Se assim o fizermos, será outro o nosso entendimento sobre nós próprios e serão outras as nossas posturas e atitudes.

Estes princípios, se observados, dá-nos a direção. Se os observarmos e fizermos deles o móvel do nosso proceder e agir já daremos passos gigantescos no sentido da aceitação da “condição dos outros”, do perdão, da mudança, tão necessários à limpeza e purificação interior...

O trabalho sobre nós, uma vez que se processa, não cessa... Mas deve depender de nós mesmos.

Nosso esforço deve ser primeiramente no sentido de retirar a venda dos nossos olhos, reduzir a cinzas a arrogância e o egoísmo que envolve nosso coração, afastar a “pretensão” de nosso pensar e de tudo que daí advém.

Enquanto o que propagamos destoar do que praticamos, enquanto repetirmos palavras e copiarmos atitudes sem rever-nos de dentro para fora, vamos tatear sem sair do lugar.

Não haverá consciência, nem caminhar, haverá apenas pretensão de se estar em outro nível ou estágio, “melhor” que os outros, sem o estar.
  

Usee

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O coração é porta voz...


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Enquanto estivermos aqui, é necessário procurar a melhor forma de estar, a fim de melhorar nossa condição de “humanos”. E a "melhor forma" não é a que "nos convém" ou que escolhemos pelo que "achamos" ser.

"Melhorar" significa pensar, sentir e agir pelo Coração, a partir do que ele orienta, quando aprendemos a escutá-lo, não a partir do que “achamos” ou que "nos convém" (pelo interesse, por exemplo.)

Mas, estejamos cientes:

O Coração é/deve ser porta voz do nosso Ser quando este nos falar, e de Seu silêncio enquanto/quando este nos aguarda...

Usee




"formatação" e Consciência



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Porque não compreendemos que a única "coisa" que nos pode preencher é a vida, quando vivida em sintonia com o Ser – nosso e de Toda Criação?

Porque é que nos falta olhos para ver, ouvidos para ouvir, “coração” para sentir, “consciência” para entender, disposição para ser...?

NÃO CABE JUSTIFICAR, ACHAR CULPADOS OU NOS CULPAR... MAS É DEVIDO PERCEBER, APERCEBER, RECONHECER, NOS REVER... MUDAR NOSSA CONDIÇÃO DE SER...

Desde muito cedo, em/durante nossa existência encarnada, “aprendemos” o controle: querer/desejar, mandar, obedecer, confiar/desconfiar, aceitar, negar, e por aí vai...

Não tarda e descobrimos como usar cada um desses instrumentos a nosso favor. Chamo de instrumentos porque são “artifícios” que aprendemos a usar para usufruir, manipular, ganhar, dispor, chantagear, controlar...

Com o passar do tempo nos afinamos tanto com estes “artifícios” que recorremos a eles em cada ação, atitude, disposição (e mesmo para nos omitir). Tanto que eles parecem dizer quem e o que somos. Parece fundir nosso jeito de ser com o Ser (que somos sem reconhecer), como se fôssemos uma só realidade.

É isto a formatação! A condição sob/sobre a qual nos assentamos/colocamos e pela qual nos deixamos conduzir/ser conduzidos: um estado de coisas, situações, valores (cultural, político, religioso, econômico) e crenças. Arquétipos, moldes, exemplos, imposições..., que vamos aderido, “vestindo”, aplicando á nossa forma de olhar, pensar, “compreender”, falar, agir, portar, ser, estar, relacionar, “gostar”, “amar”... , propagando, reproduzindo, sem questionar a origem.

Assim, vamos sonhando, “querendo”, buscando, esperando, “gostando”, “amando”, “sentindo”, “solidarizando”... e nos julgamos íntegros, conscientes e até sapientes na “condição em que vivemos”.

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O contrário da formatação é a Consciência de que somos em essência nosso Ser, livre e íntegro na Ordem da Criação. 

Consciência que nos torna conscienciosos e aquiescentes com o princípio mais fundamental da existência, o de ser partícipes e igualmente íntegros nesta Ordem.

Quem descobre este lado da existência descobre seu Ser.  Reconhece-se Nele, por Ele se deixa conduzir e escolhe, todos os dias, o caminho da libertação. Através desta escolha rompe o limite da ignorância, rompe o véu da ilusão, rompe o grilhão da formatação... Faz desta escolha um propósito, nele trabalha e a partir dele vive, procura atuar e atua.


Usee


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Cabe-nos tecer a vida...

















Cabe-nos tecer a vida com os fios que recebemos. E nós os recebemos todos os dias.

Então:

Que abandonemos o controle, o desejo e o querer poder para além do que nos cabe...

Que as experiências (sejam elas quais forem) nos sirvam de lição. Que saibamos aprender e nos encaminhar para o "repouso".

Que os aprendizados nos passam revelar o que é preciso mudar, e que saibamos observar, escutar, reconhecer, rever, perdoar, pedir perdão...

Que saibamos reconhecer a ação da Providência Divina e amparo do Universo, dando-nos os instrumentos para o despertar e o rever.

Que a voluntariedade do Ser se dissolva em nossos pensamentos, sentimentos e ações, modificando nossas posturas e atitudes.

Que aprendamos a observar e contar com a manifestação do que há de Divino em nós e em toda Criação, a fim de transformarmo-nos a cada dia.

Que nosso móvel seja o coração...


Usee

O verdadeiro aprendizado...

                                  
Postagem original em 04. 08.2012
Imagem Google

O verdadeiro aprendizado
 não é aquele  em que nossos acertos
 são apontados e reconhecidos.

O verdadeiro aprendizado
é aquele em que nossos erros, 
apontados ou não,
faz-nos ver, reconhecer, rever e aprender
com nossas fraquezas e equívocos...

Usee


terça-feira, 10 de setembro de 2013

O despertar da Consciência e o Novo




O despertar da Consciência instaura o Novo no interior de cada um, de dentro para fora, como a luz do Sol que, ao romper a escuridão da noite, vai alvorecendo, clareando, revelando o dia... A partir daí, cada um, dirigido por esta Consciência, começa por libertar-se do que lhe aprisiona, conforma, venda os “olhos”...

Em nós, analogamente ao Sol, a luz desta consciência vai rompendo a escuridão da ignorância, da ilusão, da conformação...

Novo é o estado interior e o tempo de viver segundo este estado. Nele não cabem mais apegos, dependências, vícios, hábitos, egoísmo, vaidade, arrogância, etc. Não cabe mais solidão, tristeza, ações e reações emotivas, determinados comportamentos, determinadas atitudes, desejos e o quereres individualizantes...

Destes cada um procura e deve procurar se libertar, para estar em consonância com este estado.

A Consciência do Novo nos faz cuidadosos e atentos, responsáveis e sinceros, vigorosos e dispostos, íntegros e integrados na Unidade do Todo. Unidade que ampara e nos faz fortes diante dos desafios...

A Consciência do Novo nos integra e reúne na amizade, na amorosidade, na simplicidade, de modo a nos distanciar e eximir da segregação, do individualismo, do julgamento, da inveja, “intenções”, pretensões, “interesses”...

A Consciência do Novo faz vigorar em nós o desejo de caminhar, pois inclina-nos ao caminho e dá as ferramentas para nele nos manter. A cada um, porém, cabe à atenção, cabe o rever, o silenciar, o escutar e atender o chamado, a orientação...

A escuta à Consciência nos leva a viver segundo o Novo, (interior e tempo de vivê-lo). É Ela a Luz que cada um traz dentro de si e que espera o despertar. Uma vez que o despertar acontece, têm-se os instrumentos e as condições para se vencer as resistências, libertar-se das prisões e das ilusões.

O despertar da Consciência acontece para os que se dispõe (interiormente) a viver segundo o Novo (isto o sentir revela). Mas exige escolha e mudança! 

Para viver o Novo é preciso escolher e acolher o SER (com toda mudança e transformação necessária para que isto aconteça). Daí em diante não cabe outra atitude senão a de vigilância, responsabilidade, disponibilidade e doação.


Usee


domingo, 8 de setembro de 2013

Entendimento VII






Sou eu, através do que penso, falo, faço, e mesmo quando me silencio, que crio as condições e as oportunidades favoráveis para que algo aconteça, para que haja crescimento, transformação e mudança em minha vida, ao meu redor..., ou para que haja estagnação, acomodação, conformação...

Este é um princípio de entendimento (consciência), sobre o qual é preciso ciência – saber, reconhecer, compreender –  para a partir dele atuar.

Toda experiência/situação que eu tiver que passar exigira de mim uma postura, uma atitude, uma decisão, uma escolha. É o pré-requisito para que eu realize o que é preciso realizar, ou, por outro lado, será a consequência do passo que dei, da atitude que esbocei, da decisão que tomei, da escolha que fiz, do trabalho que realizei, ou que não realizei.

Desta verdade não posso fugir...


Usee


Uma árvore...uma analogia



"As raízes, o tronco e os ramos… É tudo o que resta de uma árvore no inverno, depois de terem caído as, flores e as folhas da primavera e os frutos do verão. São, pois, as partes mais materiais que resistem e permanecem ao longo de todo o ano, ao passo que os elementos mais subtis, mais delicados, só surgem periodicamente. Com efeito, vem o ano seguinte e aparecem de novo as folhas, as flores e os frutos.

Se não se conhecesse as leis que regem a Natureza, poder-se-ia ficar inquieto ao ver todas essas árvores escuras e nuas. Mas estas leis são conhecidas de todos e todos esperam a primavera seguinte para ver ressurgir a vegetação.

Façamos agora uma analogia: a que correspondem, na vida do homem, as flores, as folhas e os frutos da árvore? Às inspirações que o visitam de vez em quando e que são as manifestações da sua alma e do seu espírito. As inspirações vêm até nós e deixam-nos, e, quando elas nos deixam, nós não devemos desanimar. Uma vez que a nossa alma e o nosso espírito já deram flores e frutos, eles florirão e frutificarão de novo.

Nós devemos unicamente trabalhar, preparar as condições para que essas flores e esses frutos sejam sempre mais belos, mais perfumados, mais suculentos."

Omraam Mikhaël Aïvanhov



sábado, 7 de setembro de 2013

"A prova" e o "rito de passagem"


Imagem: Aleh

Constitui uma ilusão pensar que enquanto existirmos estaremos isentos e livres dos entraves, fardos, limites e limitações que porão à prova nossa determinação ao caminho.

A “prova” é um “rito de passagem” necessário que nos chega para despertar e sacudir do estado de acomodação, do habitual, do costumeiro, que tendemos a cair quando nos sentimos confiantes e certos de estar "dando passos"...

Falta-nos um entendimento e uma consciência fundamental: não há linearidade no horizonte da existência! Não há um traçado sobre o qual temos o controle e pelo qual possamos nos determinar a seu "fim", tendo como certo, aonde e como vamos chegar.

O caminho da existência encarnada é digressivo, pelo que temos que passar, aprender, realizar... E ele tanto nos dá condição para voltar atrás, rever, recomeçar, seguir firmes, atentos, vigilantes..., como para recuar, estagnar, nos perder.

Neste caminho, movemo-nos pelo que presumimos, não a partir do aparente, do óbvio, do que nos dizem os conceitos, as crenças arraigadas, mas pelo que nosso Ser revela, pelo que é sentido, pelo que o coração aquiesce.

Nossos esforços para nos manter no caminho não devem cessar enquanto durar nossa existência (e só com ela finda, para dar lugar a outra dimensão). A nós cabe buscar compreender a origem e as causas do que temos que passar, para então transpor e vencer os limites, obstáculos e desvios, para então aprender, rever, superar e avançar.

Cabe-nos, ainda e principalmente, a humildade! Só pela humildade podemos reconhecer nossa condição e saber que sempre seremos postos à prova. E que esta é a condição para alcançarmos à vitória, no caso, o aprendizado, a superação... Tudo isso faz parte do caminhar...!


Usee