segunda-feira, 16 de setembro de 2013

"formatação" e Consciência



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Porque não compreendemos que a única "coisa" que nos pode preencher é a vida, quando vivida em sintonia com o Ser – nosso e de Toda Criação?

Porque é que nos falta olhos para ver, ouvidos para ouvir, “coração” para sentir, “consciência” para entender, disposição para ser...?

NÃO CABE JUSTIFICAR, ACHAR CULPADOS OU NOS CULPAR... MAS É DEVIDO PERCEBER, APERCEBER, RECONHECER, NOS REVER... MUDAR NOSSA CONDIÇÃO DE SER...

Desde muito cedo, em/durante nossa existência encarnada, “aprendemos” o controle: querer/desejar, mandar, obedecer, confiar/desconfiar, aceitar, negar, e por aí vai...

Não tarda e descobrimos como usar cada um desses instrumentos a nosso favor. Chamo de instrumentos porque são “artifícios” que aprendemos a usar para usufruir, manipular, ganhar, dispor, chantagear, controlar...

Com o passar do tempo nos afinamos tanto com estes “artifícios” que recorremos a eles em cada ação, atitude, disposição (e mesmo para nos omitir). Tanto que eles parecem dizer quem e o que somos. Parece fundir nosso jeito de ser com o Ser (que somos sem reconhecer), como se fôssemos uma só realidade.

É isto a formatação! A condição sob/sobre a qual nos assentamos/colocamos e pela qual nos deixamos conduzir/ser conduzidos: um estado de coisas, situações, valores (cultural, político, religioso, econômico) e crenças. Arquétipos, moldes, exemplos, imposições..., que vamos aderido, “vestindo”, aplicando á nossa forma de olhar, pensar, “compreender”, falar, agir, portar, ser, estar, relacionar, “gostar”, “amar”... , propagando, reproduzindo, sem questionar a origem.

Assim, vamos sonhando, “querendo”, buscando, esperando, “gostando”, “amando”, “sentindo”, “solidarizando”... e nos julgamos íntegros, conscientes e até sapientes na “condição em que vivemos”.

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O contrário da formatação é a Consciência de que somos em essência nosso Ser, livre e íntegro na Ordem da Criação. 

Consciência que nos torna conscienciosos e aquiescentes com o princípio mais fundamental da existência, o de ser partícipes e igualmente íntegros nesta Ordem.

Quem descobre este lado da existência descobre seu Ser.  Reconhece-se Nele, por Ele se deixa conduzir e escolhe, todos os dias, o caminho da libertação. Através desta escolha rompe o limite da ignorância, rompe o véu da ilusão, rompe o grilhão da formatação... Faz desta escolha um propósito, nele trabalha e a partir dele vive, procura atuar e atua.


Usee


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