quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O trabalho e o esforço...


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Com o  peso que pesamos os outros, devemos, antes, pesar-nos...

Com a medida que medimos os outros, devemos, antes, medir-nos...

Com o olhar que olhamos os outros, devemos, antes, olhar-nos...

Se assim o fizermos, será outro o nosso entendimento sobre nós próprios e serão outras as nossas posturas e atitudes.

Estes princípios, se observados, dá-nos a direção. Se os observarmos e fizermos deles o móvel do nosso proceder e agir já daremos passos gigantescos no sentido da aceitação da “condição dos outros”, do perdão, da mudança, tão necessários à limpeza e purificação interior...

O trabalho sobre nós, uma vez que se processa, não cessa... Mas deve depender de nós mesmos.

Nosso esforço deve ser primeiramente no sentido de retirar a venda dos nossos olhos, reduzir a cinzas a arrogância e o egoísmo que envolve nosso coração, afastar a “pretensão” de nosso pensar e de tudo que daí advém.

Enquanto o que propagamos destoar do que praticamos, enquanto repetirmos palavras e copiarmos atitudes sem rever-nos de dentro para fora, vamos tatear sem sair do lugar.

Não haverá consciência, nem caminhar, haverá apenas pretensão de se estar em outro nível ou estágio, “melhor” que os outros, sem o estar.
  

Usee

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