terça-feira, 22 de outubro de 2013

"bem" e "mal"...


Imagem: Usee

A força que alimenta a mágoa, o rancor, o ódio, e através destes o mal, não é a mesma que alimenta a amorosidade, a alegria, a amizade, o perdão, e através destes o bem...

É necessário saber reconhecer a vibração de um e de outro e seus efeitos, a fim de proceder a revisão de nossas atitudes, bem como dos “pensamentos” e “sentimentos” que alimentamos, uma vez que é sobre nós próprios que o peso de um ou a leveza do outro recaí...

É necessário ter o entendimento de que a mágoa nos afeta, do mesmo modo que o mal, que o amor equilibra e serena, do mesmo modo que o bem.... 

É necessário saber exercer o perdão, proceder a limpeza e revisão de nossos atos, deixando espaço apenas para este.

Quando falo (aqui) de mal e bem, não me refiro a conceitualização dada culturalmente, mas enquanto condição sob a qual nos situamos, na qual e pela qual vibramos e  nos sintonizamos quando afastados de nossa voz interior, de nosso Ser, de sua Luz e Verdade ou nos mantemos unidos e sintonizados  a Eles.

Ou seja: o mal enquanto forma de prejuízo a atividade do Ser em nós; por dele nos afastarmos, impedindo-o de atuar..., o bem como forma de permissão a atuação e manifestação do Ser...

Por outra via: na medida em que nos privamos do Amor e do perdão, e daí, da limpeza e harmonia interior, mantemos a intranquilidade, produzimos o mal e vibramos nele. Esta privação entendo ser o mal. O contrário é o bem.

Diante destes, nossa postura precisa ser de entendimento e libertação ou de entendimento e nutrição. A escolha é de cada um, dentro do propósito que se procura realizar e da consciência que se procura ter.


Usee


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