terça-feira, 31 de dezembro de 2013

"Bênçãos - a pronunciar todos os dias"



Desconheço a autoria desta imagem


Abençoai todas as manhãs o dia que se abre perante vós. Tendes nele todas as possibilidades para dar uma nova orientação à vossa vida.

Por que é que o passado e os seus erros haveriam de prolongar-se no futuro?... Abri os olhos pensando em cada uma das faculdades que possuís e que podeis utilizar para realizar todos os vossos bons projetos.

Não tem valor ser capaz de, em mais um dia, pensar, desejar, ver, ouvir, caminhar...? Bendizei também as dificuldades que ireis encontrar ao longo dessa jornada...

Dando-vos novos problemas para resolver, o Céu mostra-vos que vos considera capazes não só de trabalhar eficazmente, mas também de reparar os erros que possais ter cometido.

Bendizei a vossa vida quando a aurora surge, mesmo quando as vossas forças declinarem pouco a pouco.

É o momento de abrirdes os vossos olhos interiores para um outro mundo. E não penseis que ides morrer, pensai antes que ides nascer noutro lugar e que, depois de terdes passado por uma porta estreita, entrareis num espaço de luz.


Se conseguirdes ter uma compreensão correta de cada etapa da vossa vida, avançareis sempre na luz e na alegria.


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Sou Grata...

Postagem original em 12.12.2012
Imagem: Usee


Sou grata a Criação
pela oportunidade a mim ofertada,
de fazer o caminho de volta...

Sou grata a Luz Divina
por atuar em mim e guiar-me
no caminho para o meu Ser...

Sou grata a Verdade Divina,
por me fazer ver e compreender
muitas coisas, antes ignoradas...

Sou grata ao Universo,
pela pertença
que  experimenta através do meu Ser.

Sou grata a Mãe Terra
por acolher-me, alimentar-se
e vincular-me a todo Ser;
fruto da Criação...

Sou grata a Vontade Divina
por permitir-me a escolha
e o exercício do arbítrio...

Sou grata a meu Ser,
por dirimir de mim 
a superficialidade do mundo; 
do apego, das ilusões...,
por extenuar de mim os enganos 
e traumas de toda natureza,
por explicitar minha essência 
e fazer-me sabida em meu interior...


Usee


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

" Ecce Homo"

   
Desconheço a autoria

       
    "Quem reconheceria naquele Homem as grandezas da Sua alma?
O mundo estava, e ainda está, acostumado a avaliar as coisas pelos olhos, não entendendo as ponderações do coração.
Por isso, muitos sábios, ricos e doutores O desprezaram, enquanto outros, maltrapilhos, andrajosos, doentes, entenderam a música que Ele cantava.
Quem diria que o Rei Celeste viria para servir?
Os sonhos infantis da Humanidade O esperavam como um mandatário, a exigir que, sob o peso de Sua espada, todos se prostrassem aos Seus pés.
Ele, porém, foi capaz de se fazer servo, lavando os pés dos apóstolos, ensinando as lições ainda incompreendidas da humildade e da simplicidade.
Como seria possível perceber naquela figura um homem santo?
Uma vez que andava com os leprosos, conversava com as meretrizes, ceiava com publicanos, como não haveria Ele de se contaminar com os impuros?
Porém, impoluto, mostrou que a pureza é capaz de limpar todas as máculas, a ponto de um dos Seus asseverar que o amor é capaz de cobrir uma multidão de pecados.
Chamou-nos de ovelhas, a fim de que entendêssemos ser Ele o Bom Pastor.
E convidou-nos a segui-lO, tomando apenas do Seu fardo leve e de Seu jugo suave.
Em nome de um amor nunca visto antes, e até hoje pouco vivido, foi capaz de curar cegos, limpar carnes apodrecidas, converter os iludidos da vida e revolucionar o mundo.
Curou no sábado, travou conversa com a mulher samaritana, convidou o cobrador de impostos a segui-lO.
Mostrou que a pobre viúva doava mais do que o rico fariseu. Serviu-se da figura da figueira seca, sem frutos, para falar da necessidade de sempre se produzir boas obras.
E, curando a tantos, alertava que não adiantaria deitar vinho bom em odre velho, convidando, portanto, à renovação dos pensamentos, das atitudes, do proceder.
Como irmão mais velho e experiente, explicou-nos que Deus é Pai, Pai bondoso e generoso, provedor de todas as nossas necessidades.
Aquietou nossas aflições no relicário da fé.
E amou incondicionalmente. De tal maneira e com tanta intensidade, que o Seu cantar, desde a primeira hora, embriagou heróis e heroínas, que se imolaram em nome de viver a Sua mensagem: queimados nas fogueiras, estraçalhados pelas feras.
Depois foram os primeiros pensadores, modificando-se, reformando-se moralmente, no entendimento da Sua mensagem.
Não tardou, vieram os mais santos, a fim de retomar a simplicidade da Sua mensagem, já perdida no lamaçal das paixões humanas.
E, mais recentemente, não faltaram aqueles a se destacarem na multidão, por se permitirem amar, tal qual Ele veio propor.
Afinal, quem é esse Homem, quem é Ele em nossa vida?
Pilatos, ao apresentá-lO à multidão, a fim de satisfazer a turba, apenas se referiu a Ele dizendo: Ecce Homo. Eis o Homem.
Extraordinária síntese. Ali estava o homem integral, pleno.
Mas, para aqueles que se deixam sensibilizar pela Sua proposta, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. O Bom Pastor, a Luz do mundo, a plenitude.
Neste Natal, reflitamos o que Ele, o bom Jesus, tem representado em nossa vida.
Lembremos que soa a hora em que, finalmente, haja guarida para Ele na morada do nosso coração, para que, em definitivo, se faça Natal perene em nós."

Redação do Momento Espirita.
Em 25.12.2013.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Integridade e dignidade

                                                       Postagem original em 26.06.2012
                                                                                             

Não é pelo “jeito de ser”
(ou seja, pela condução,
formatações, padronização
e acomodações externas
a que cada um se permite)
que o Ser se manifesta.

Mas pela “atuação e presença”,
na consciência e entendimento...

No seu “modo de ser”,
por sua singularidade
integridade e dignidade junto ao Todo...
É aí que o Ser ganha concretude,
pois emana sua Luz/Verdade...

                                                               Imagem Usee
Quem não consegue
perceber e compreender;
quem dele não tem consciência,
é porque, pelas escolhas que fez ou faz,
pelo domínio ou conduções
não se permite ou permitiu...

Quem não se coloca ou colocou
no horizonte do Ser;
seu e de cada Ser criado,
não o consegue compreender;
dele não se apercebe...

Usee

Integridade



Imagem de H. Leal


Quando o homem se coloca ou se encontra
diante da Criação e consciente Dela e de si,
reconhece-se como parte de tudo que existe,
integrado a um Projeto e fim.

Compreende que é em si que reside a força
que o faz Ser e (co)responder a este Projeto.

Todo seu viver passa a ser dirigido para este fim.
Sua conduta, suas atitudes, seu modo de viver, etc.,
revelam e traduzem essa consonância.

Ainda que ele venha a fraquejar, cair,
volta a se erguer e levantar,
mantendo-se atento/vigilante a tudo a sua volta...

Diante da Criação todo homem é íntegro e integrado.
Apenas quando se coloca em separado
é que ele próprio se individualiza,
fugindo a sua Natureza, Essência e destino.

É este ideal de pertencimento e integridade
que cada um deve buscar, todos os dias, 
a fim de tender e dar passos no sentido da realização 
do Projeto Divino, no que a Criação plasmou...

Usee


domingo, 22 de dezembro de 2013

Mudança



Imagem: Usee


Nenhuma mudança, em nós, vem sem esforço.
Nenhum esforço faz efeito,
se não se constituir num trabalho.
E este consiste em melhorar-nos, dia após dia,
em promover uma espécie de reforma interior, contínua,
e trazê-la ao exterior (principalmente de nós mesmos).


Imagem: Usee


E, claro, a mudança deve começar em cada um.
De dentro para fora...
Na medida em que isso ocorre, ocorre também a abertura
para compreender e respeitar os limites e limitações
de si e dos outros,
abre-se o caminho para a mudança exterior e alheia...


Usee

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Gratidão



Google imagens



Não é fácil receber com gratidão a adversidade, as dificuldades, o sofrimento, o “mal” que nos fazem quando nos violentam em nossa dignidade, etc. Não é fácil porque “aprendemos” a ser gratos apenas com quem nos agrada, apraz, faz bem, adula, gratifica, etc., o mesmo valendo para com as situações ou acontecimentos.

Receber com gratidão o que foge ao esperado ou desejado constitui o reconhecimento de que, o que nos chega é para que tenhamos a oportunidade de revisão, aprendizado e crescimento, e não uma ingratidão ou castigo.

Constitui um exercício a ser empreendido, o mais que pudermos: romper, pouco a pouco, até que em definitivo, com este ciclo de eventos que nos mantém refém de situações e pessoas; pelo que esperamos/desejamos e pouco abertos ao que nos pode fazer fortes, equilibrados e focados...


Usee


Reconheço... II

                                         
                                                      Postagem original em 17.09.2012
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...Entre a “CONSCIÊNCIA”
e o RECONHECIMENTO.
Entre o “ENTENDIMENTO”
e o ENCONTRO COMIGO.
Entre a REVISÃO, O PERDÃO,
e a VIGILÂNCIA.
Entre o “CAMINHO”
e a RESPONSABILIDADE.
Entre SER e ATUAR...
Não existe “meio termo”.
Cabe a mim, então,
 observar, estar atenta e vigiar.



Usee



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A quem deveria pertencer...?



















A quem deveria pertencer...?

A quem deveria pertencer a dádiva, o princípio
e o destino da vida?...

Esta resposta, na fala é do conhecimento de todos,
além de estar contida na essência da cada um...

Então,
o motivo de espanto não deveria ser ela, pergunta,
mas sim, a prática em negação a resposta,
pela conduta diária dos desejos e querer.

Sim!... 
Entregamos a dádiva, o princípio e o destino da vida/passagem
aos nossos interesses/ego,
procurando de todas as formas e maneiras, 
negar a própria Criação.
Desprezamos todos os seus princípios,
para termos os nossos desejos e vontades realizados/atendidos.

O que deixamos de perceber, com esta nossa conduta e postura,
é o “efeito” reverso da “vida que atraímos”.
Pois, quando “esquecemos” da Criação/Todo
para termos nossas carências e caprichos atendidos
(com as mais diversas formas, como: clones, inseminação artificial,
 "segurança", conforto, prazeres momentâneos, 
“posição social” e status, “beleza” e aparência, “bens”
e etc., etc. e etc.),
ignoramos a dádiva e o princípio, e alteramos o destino da vida;
produzindo automaticamente a nulidade dela,
ou seja: decretamos a sua morte.

Sim!...
Produzimos um corpo doente
(incapaz de ancorar a LUZ
e ou de acompanhar a transição da Mãe Terra
-elevação energética da sua vibração- 
pelas deficiências geradas e baixa vibração sintonizada);
automatizado, egocêntrico  
e totalmente distante do seu propósito aqui,
que é entre outras “tarefas”: Evoluir.

Extirpamos a vida (nossa e alheia)
pela ignorância e violência,
estimuladas pela inveja, preconceito, raiva.  
Fomentadas pelos conceitos, desejos e querer
e ou “sua contrariedade”...

Anulamos e ou “matamos” o Plano Divino do SER
e a oferta da Criação para esta passagem...

Assim, se você reconhece que
a dádiva, o princípio e destino da vida pertencem à Criação,
verifique se você, no seu dia a dia, na sua prática,
atua de acordo com o "seu saber"
e se entrega ao propósito Dela.  


Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") 
é uma famosa citação latina,  derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal
No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida 
(tradução livre):
"Deve-se pedir em oração que a mente seja sã num corpo são.
Peça uma alma corajosa que careça do temor da morte,
que ponha a longevidade em último lugar entre as bênçãos da natureza,
que suporte qualquer tipo de labores,
desconheça a ira, nada cobice e creia mais
nos labores selvagens de Hércules do que
nas satisfações, nos banquetes e camas de plumas de um rei oriental.

Revelarei aquilo que podes dar a ti próprio;
Certamente, o único caminho de uma vida tranquila passa pela virtude."


... É algo que devemos observar:
"ao que" e "a quem" entregamos nosso corpo, mente
(pensamentos e atividades)
 e caminho.


ArqueiroHur

http://arqueirohur.blogspot.com.br/2013_12_03_archive.html


Existência e trabalho


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Inegável: enquanto existirmos, teremos funções a exercer, papéis a desempenhar, na família e na sociedade, e não há como fugir disto. Por isso, é preciso que estejamos conscientes e cientes de nossas responsabilidades, diante de cada um dos outros, do Todo.

No momento atual a exigência dessa consciência e responsabilidade é ainda maior, por isso a necessidade de perguntarmos o que temos/estamos fazendo, a fim de promover, o tempo inteiro, a revisão de nossas atitudes e ações, pensamentos e “sentimentos”, escolhas, decisões, passos...

A existência, nossa e de todo ser, demanda trabalho, o desempenho de funções e papéis requer que trabalhemos, que assumamos as responsabilidades que nos chegam e que nos cabe enquanto Ser.

No fim das contas, o trabalho, seja material (para suprimento da vida – do corpo físico), seja espiritual (para realização do Ser), devia ter uma só finalidade e um só ideal, a finalidade maior da existência encarnada: a harmonia cósmica.

Entretanto, aonde chegamos? Em que patamar estamos? O que temos feito? Qual tem sido nosso trabalho; como tem sido realizado? O que determina o que fazemos?... É preciso nos submeter a questionamentos desta natureza e buscar as respostas, a fim de nos reparar...

E devemos tomar por marco a seguinte Verdade, patente a um simples olhar (para os que se dispõem a ver): tudo que nos chega, seja o trabalho (espiritual e material), seja os papéis e funções, é para que possamos aprender e nos aperfeiçoar.

Para viver segundo essa Verdade é preciso abandonar os interesses particulares e egoístas, as conveniências, os apegos e conceitos que nos fazem jazer como projetos mal acabados, de uma existência necessária para a nossa evolução e unificação, e que nos deteriora quando devia realizar a Vontade Divina.

As responsabilidades e o trabalho nos chegam para que caminhemos no sentido desta realização (evolução e unificação). Tudo nos é dado para que possamos caminhar. Mas nos falta descobrir, perceber e compreender. Certamente não sabermos ver, perceber e reconhecer o material de aprendizado colocado ao nosso dispor.

E porque não sabemos?


Usee