quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Existência e trabalho


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Inegável: enquanto existirmos, teremos funções a exercer, papéis a desempenhar, na família e na sociedade, e não há como fugir disto. Por isso, é preciso que estejamos conscientes e cientes de nossas responsabilidades, diante de cada um dos outros, do Todo.

No momento atual a exigência dessa consciência e responsabilidade é ainda maior, por isso a necessidade de perguntarmos o que temos/estamos fazendo, a fim de promover, o tempo inteiro, a revisão de nossas atitudes e ações, pensamentos e “sentimentos”, escolhas, decisões, passos...

A existência, nossa e de todo ser, demanda trabalho, o desempenho de funções e papéis requer que trabalhemos, que assumamos as responsabilidades que nos chegam e que nos cabe enquanto Ser.

No fim das contas, o trabalho, seja material (para suprimento da vida – do corpo físico), seja espiritual (para realização do Ser), devia ter uma só finalidade e um só ideal, a finalidade maior da existência encarnada: a harmonia cósmica.

Entretanto, aonde chegamos? Em que patamar estamos? O que temos feito? Qual tem sido nosso trabalho; como tem sido realizado? O que determina o que fazemos?... É preciso nos submeter a questionamentos desta natureza e buscar as respostas, a fim de nos reparar...

E devemos tomar por marco a seguinte Verdade, patente a um simples olhar (para os que se dispõem a ver): tudo que nos chega, seja o trabalho (espiritual e material), seja os papéis e funções, é para que possamos aprender e nos aperfeiçoar.

Para viver segundo essa Verdade é preciso abandonar os interesses particulares e egoístas, as conveniências, os apegos e conceitos que nos fazem jazer como projetos mal acabados, de uma existência necessária para a nossa evolução e unificação, e que nos deteriora quando devia realizar a Vontade Divina.

As responsabilidades e o trabalho nos chegam para que caminhemos no sentido desta realização (evolução e unificação). Tudo nos é dado para que possamos caminhar. Mas nos falta descobrir, perceber e compreender. Certamente não sabermos ver, perceber e reconhecer o material de aprendizado colocado ao nosso dispor.

E porque não sabemos?


Usee

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