sábado, 25 de janeiro de 2014

Consciência: resguardo e silêncio...

                                                               Postagem original em 11.03.2013














A consciência, que pensamos ou julgamos ter, só deve ou pode ser medida por nossas condutas e atitudes, diante de cada um dos outros e para com o Todo, na medida em que a refletimos através dos nossos exemplos.

E a refletimos tanto através de nossas ações como do nosso silenciar (diante das situações, dos barulhos, questões, inquietações e comportamentos, etc., que os egos produzem).

Internamente, a “verdadeira consciência” lança luz ao entendimento, promove a clareza e o discernimento diante do que é necessário e nos cabe compreender, a fim de fazermos as nossas escolhas, nos rever e manter firmes no caminhar.

Externamente, lança luz aos nossos atos e leva-nos a reconhecer, reparar e romper com os equívocos interiores; egoismo, julgamentos, arrogância, vaidade, etc., posturas e condutas que negam nosso Ser, nos afasta de nossa natureza e caminho e separa do Todo.

A verdadeira consciência está para o silêncio e resguardo, porque é por aí que deve se manifestar, sem o alarde da vaidade do ego.

Se a reconhecemos, ou quando a reconhecermos em nós, convém e é sábio nos portar com silêncio e resguardo, a fim de refleti-la de dentro para fora.

Usee
  

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