terça-feira, 15 de abril de 2014

Clareza, firmeza e coerência interior

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Cada pessoa pode, a partir da Luz de sua Consciência – no que ela lhe instrui –, perceber o que não é coerente com aquela que deve ser a mudança de atitude diante da Vida, diante dos outros, diante do Mundo, diante da Criação... E esta "percepção" deve começar pelo que há de mais corriqueiro (e que damos mínima ou nenhuma atenção). É através do diário (hábitos, afazeres, etc.) que empreendemos as maiores transformações, em nós e ao nosso redor.

Dois exemplos:

1. Quando, diante de alguma tarefa a realizar, perguntar-se qual o melhor caminho a tomar a fim de realiza-la, deixando o Coração indicar e a Luz do Ser guiar..., Caso se suponha incapaz em realizar algo que o sentir revela necessário, não dizer “eu não sei ou não posso”, mas “vou tentar, eu posso”. ISTO CONSTITUI CLAREZA E FIRMEZA INTERIOR.

2. Perguntar-se: o outro me “decepcionou”, por quê? Qual o motivo do efeito desta decepção em mim? Que as respostas possam levar ao entendimento mais elementar: é preciso aprender a não guardar ou alimentar o efeito das decepções (quando este sentimento nos invade) ou do que supomos e julgamos ingratidões e traições, estas, só existem (só as identificamos) quando colocamos expectativa e esperamos muito/algo de uma pessoa. Em lugar desta atitude, é preciso nos voltar para o nosso próprio modo de ser e atuar. É preciso aprender que o "outro" é um horizonte que não nos cabe alcançar e um "terreno" onde não nos cabe pisar... ISTO CONSTITUI COERÊNCIA INTERIOR.


Usee

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