terça-feira, 17 de junho de 2014

ArqueiroHur: "Onde encontrar a verdade? – III – Um pequeno olhar sobre a 'filosofia popular'”.




Onde encontrar a verdade? – III – Um pequeno olhar sobre a “filosofia popular”.

Vamos procurar nos permitir perceber e SENTIR
o que esta música, de origem na "cultura popular nordestina",
nos transmite;
qual entendimento ela nos oferta:

Mundão – Quinteto Violado
(Luciano Pimentel – Fernando Filizola) 
 
Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Se mandar chorar, eu canto
 
Se mandar cantar, eu choro
 
Se mandar-me embora, eu fico
 
Se mandar ficar, vou embora
 
Se não mandar nada, eu vou
 
No bojo de uma viola
 
Saio de fora pra dentro
 
E de dentro pra fora
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Vou falar de um cidadão, que não é amigo meu
 
A sua simplicidade o orgulho já comeu
 
Vou dizer o nome dele e depois eu falo o meu
 
Ele é mundo virado e vira-mundo sou eu
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Quem tiver bem ao meu lado, vai gozar do que é meu
 
Quem tiver do outro lado não goza nem do que é seu 
Homem que tiver inveja daquilo que eu já fiz
 
Quanto maior for a inveja, mais eu estarei feliz
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão
 

Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus
 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão.”
 

Você conseguiu perceber/SENTIR Verdade nela?

Observou um “mantra/afirmação” de entrega à Vontade Divina,
e de consciência do processo na Mãe Terra,
onde o corpo 'retorna à Ela';
no refrão?...

Reparou na “luta/resistência” em seguir
ou se entregar aos valores e ordens sociais
(conceitos e formatação),
que perverteram todos os princípios da Criação
(...mundo virado...  )?...  

Observou que “quem segue/se entregou” à
perversão dos princípios da Criação,
acaba sem sentido aqui, sem absorver nada,
completamente vazio e sozinho
(...Quem tiver bem ao meu lado, vai gozar do que é meu 
Quem tiver do outro lado não goza nem do que é seu ...)?...

Pois é!...
A percepção/SENTIR da Verdade em cada momento/situação
cabe a cada um,
é totalmente individual o acesso, aceitação e entrega
à LUZ.

E assim como fiz esta pequena ilustração com a música,
por quantas outras vezes a Verdade se ofertou e se oferta
à você, em sua passagem, no seu dia a dia,
em "pequenas coisas",
sem ser observada, percebida e aceita, por contrariar os seus conceitos e as suas vontades?...

Somente você pode responder as perguntas;
e, sendo o caso, reverter/modificar o quadro.
Como também promover/ter outras observações
ou mesmo nenhuma.
ArqueiroHur

ps: Tive acesso a esta música na minha adolescência,
e assim, muito antes de ter qualquer entendimento sobre o processo aqui, na Mãe Terra;
mas, diante de muitas situações onde o medo ao redor imperava,
recordo-me de que fiz deste refrão uma invocação para manter-me numa vibração distante do que ali, ao redor, prevalecia. Pois era (e é) nisto que eu internamente acreditava:
"Ê, ê, mundão, quem me mata é Deus 
Ê, ê, mundão, quem me come é o chão..."
 
Sim!... Até para que minha matéria seja "devolvida à Mãe Terra", terá e haverá de ser pela Ordem e Poder Divino,
e não pela vontade de qualquer um humano ou de forças involutivas.  
E detalhe: o "poder da afirmação/mantra" não se encontra nas palavras aplicadas,
mas sim na força da entrega desprendida.

Obs: Desejando ouvir a música:  https://www.youtube.com/watch?v=u9HdeQAuxk4


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Silêncio


Sem referência


O silêncio se faz quando o barulho e a movimentação externa deixam de ecoar dentro de mim. Neste momento, descubro a proporção da “importância” e significado destes, e liberto-me de seus efeitos.

É um silêncio libertador, que conduz a um horizonte nunca antes vislumbrado, nem sequer pensado, o Horizonte do Ser.


Usee


O silêncio e o auto silenciar-se...

                                                                    Postagem original em 02.04.13

                
               Quem reconhece a energia
                propagada pelo externo,
                se reserva e preserva de sua vibração,
               é porque aprendeu o silêncio.

               Quem reconhece a Luz,
               a ela se entrega e propaga,
               se auto silenciou...

               Quem pelo silêncio se auto silencia
               compreende-se, no sentir, no pensar...
               Escuta-se e sabe-se, no profundo do Ser.
               Aprender a olhar e ver,
               a reconhecer e reconhecer-se.

                Somente pelo silêncio e pelo auto silenciar
               é que há abertura à escuta;
               a si e aos outros, 
               no que é necessário escutar...
                                                                
                                                       Usee



Se aprendêssemos o silêncio...


Publicado em 08.01.2013


Se aprendêssemos o silêncio, é certo que aprenderíamos a "olhar e perceber", a escutar e compreender, a sentir e viver o Amor, manifesto e acessível, ao nosso redor e dentro de nós mesmos, na/e através da União; na Unidade.


É certo que saberíamos observar, nos guiar e conduzir por este Amor, amar e ser exemplo, refletindo-o.


Usee

domingo, 8 de junho de 2014

Grandeza da Criação...

                                                     Postagem original em 28.08.2012

Onde mais podemos observar 
o Amor,  a Sabedoria e a Simplicidade, 
senão na Grandeza da Criação?

É dela que vem a força 
e o exemplo, 
que devemos saber observar...

Usee


"Grandeza de Deus na Criação"

                                                      Postagem original em 16.09.2012


"[...] O SOL contempla todas as coisas que ilumina;
as coisas que DEUS, pela CRIAÇÃO, consolidou.
ELE sonda o abismo e o coração humano
e penetra os seus pensamentos mais sutis,
[...], conhece tudo que se pode saber.

Ele ver os “sinais dos tempos” futuros,
anuncia o passado e o porvir,
descobre os vestígios das coisas ocultas.
Nenhum pensamento lhe escapa,
nenhum fato se esconde a seus olhos.

Ele enalteceu as maravilhas de sua Sabedoria.
[...] Nada se pode acrescentar ao que ele é,
nem nada lhe tirar [...].




Como são grandiosas as suas obras!
E todavia, delas não podemos ver mais que uma centelha.
Essas obras vivem e subsistem para sempre,
em tudo que é preciso, todas lhe obedecem.

Todas as coisas existem duas a duas, 
uma oposta à outra;
Ele nada fez que seja defeituoso
Ele fortaleceu o que cada um tem de bom.

[...] O firmamento nas alturas é a sua beleza,
o aspecto do Céu é uma visão de gloria.

O Sol, aparecendo na aurora anuncia o dia [...].
Grande é o Senhor que o criou;
por sua ordem, ele apressa seu curso.

A lua é, em todas as suas faces regulares,
a marca do tempo e o sinal do futuro [...].

O brilho das estrelas faz a beleza do céu;
O Senhor ilumina o mundo nas alturas [...].

Observa o arco-íris e bendiz aquele que o fez,
É muito belo no seu esplendor.
Faz a volta no céu num círculo de glória:
São as mãos do altíssimo que o estendem.

[...]
Quem poderá contar o que dele viu?[...].
Só vemos um pequeno número de suas obras.
O Senhor fez Todas as coisas [...]".


Fonte:  Eclesiástico: 42; 16-26 e 43.
Bíblia Sagrada


"Como Deus emerge no processo evolucionário?"


Awebic


"A nova cosmologia, derivada das ciências do universo, da Terra e da vida, vem formulada no arco da evolução ampliada. Esta evolução não é linear. Conhece paradas, recuos, avanços, destruições em massa e novas retomadas. Mas, olhando-se para trás, o processo mostra uma direção: para frente e para cima.

Somos conscientes de que renomados cientistas se recusam a aceitar uma direcionalidade do universo. Ele seria simplesmente sem sentido. Outros, cito apenas um, como o conhecido físico da Grã-Bretanha Freeman Dyson que afirma:”Quanto mais examino o universo e estudo os detalhes de sua arquitetura, tanto mais evidências encontro de que ele, de alguma maneira, devia ter sabido que estávamos a caminho”.

De fato, olhando retrospectivamente o processo evolucionário que já possui 13,7 bilhões de anos, não podemos negar que houve uma escalada ascendente: a energia virou matéria, a matéria se carregou de informações, o caos destrutivo se fez generativo, o simples se complexificou, e de um ser complexo surgiu a vida e da vida a consciência. Há um propósito que não pode ser negado. Efetivamente, se as coisas em seus mínimos detalhes, não tivessem ocorrido, como ocorreram, nós humanos não estaríamos aqui para falar destas coisas.

Escreveu com razão o conhecido matemático e físico Stephen Hawking em seu livro Uma nova história do tempo (2005):”tudo no universo precisou de um ajuste muito fino para possibilitar o desenvolvimento da vida; por exemplo, se a carga elétrica do elétron tivesse sido apenas ligeiramente diferente, teria destruído o equilíbrio da força eletromagnética e gravitacional nas estrelas e, ou elas teriam sido incapazes de queimar o hidrogênio e o hélio, ou então não teriam explodido. De uma maneira ou de outra, a vida não poderia existir”.

Como emerge Deus no processo cosmogênico? A ideia de Deus surge quando colocamos a questão: o que havia antes do big-bang? Quem deu o impulso inicial? O nada? Mas do nada nunca vem nada. Se apesar disso apareceram seres é sinal de que Alguém ou Algo os chamou à existência e os sustenta no ser.

O que podemos sensatamente dizer, é: antes do big bang existia o Incognoscível e vigorava o Mistério. Sobre o Mistério e o Incognoscível, por definição, não se pode dizer literalmente nada. Por sua natureza, eles são antes das palavras, das energia,da matéria, do espaço e do tempo.

Ora, o Mistério e o Incognoscível são precisamente os nomes que as religiões e também o Cristianismo usam para significar aquilo que chamamos Deus. Diante dele mais vale o silêncio que a palavra. Não obstante, Ele pode ser percebido pela razão reverente e sentido pelo coração como uma Presença que enche o universo e faz surgir em nós o sentimento de grandeza, de majestade, de respeito e de veneração.

Colocados entre o céu e a terra, vendo as miríades de estrelas, retemos a respiração e nos enchemos de reverência. Naturalmente nos surgem as perguntas: Quem fez tudo isso? Quem se esconde atrás da Via-Lactea?


Como escreveu o grande rabino, teólogo e místico, Abraham Heschel, de Nova York: “Em nossos escritórios refrigerados ou entre quatro paredes brancas de uma sala de aula podemos dizer qualquer coisa e duvidar de tudo. Mas inseridos na complexidade da natureza e imbuídos de sua beleza, não podemos calar. É impossível desprezar o irromper da aurora, ficar indiferentes diante do desabrochar de uma flor ou não quedar-se pasmados ao contemplar uma criança recém-nascida”. Quase que espontaneamente dizemos: foi Deus quem colocou tudo em marcha. É Ele a Fonte originária e o Abismo alimentador de tudo.

Outra questão importante é esta: que Deus quer expressar com a criação? Responder a isso não é preocupação apenas da consciência religiosa, mas da própria ciência. Sirva de ilustração o já citada Stephen Hawking, em seu conhecido livro Breve história do tempo (1992): “Se encontrarmos a resposta de por que nós e o universo existimos, teremos o triunfo definitivo da razão humana; porque, então, teremos atingido o conhecimento da mente de Deus”(p. 238). Até hoje os cientistas e os sábios estão ainda buscando o desígnio escondido de Deus.

A partir de uma perspectiva religiosa, suscintamente, podemos dizer: O sentido do universo e de nossa própria existência consciente parece residir no fato de podermos ser o espelho no qual Deus mesmo se vê a si mesmo. Cria o universo como desbordamento de sua plenitude de ser, de bondade e de inteligência. Cria para fazer outros participarem de sua suberabundância.

Cria o ser humano com consciência para que ele possa ouvir as mensagens que o universo nos quer comunicar, para que possa captar as histórias dos seres da criação, dos céus, dos mares, das florestas, dos animais e da próprio processo humano e religar tudo à Fonte originária de onde procedem.

O universo está ainda nascendo. A tendência é acabar de nascer e mostrar as suas potencialidades escondidas. Por isso, a expansão significa também revelação. Quando tudo tiver se realizado, então se dará a completa revelação do desígnio do Criador".

Leonardo Boff

http://leonardoboff.wordpress.com/2012/04/07/como-deus-emerge-no-processo-evolucionario/

sábado, 7 de junho de 2014

Imagem

Sem referência

A imagem que temos ou formamos de nós mesmos e dos outros é, no geral, uma imagem idealizada/ideal ou “deformada” e, segundo esse prisma, frequentemente julgada, precipitada, “adequada” aos nossos “modelos”, “arquétipos”, interesses e conveniências...

Esta imagem invariavelmente nos divide e afasta uns dos outros e nos afasta de toda Criação e Seu propósito, ainda que reconheçamos ou admitamos.

É sobre essa imagem que nos construímos, compreendemos, reconhecemos, exigimos, edificamos..., e, consequentemente, nos confundimos, nos perdemos, nos violentamos e aos outros.

Acaso isso me ocorreu e me fez compreender muitas outras coisas relativas à minhas posturas, atitudes e “visões”. Por acaso, ainda cedo, para reconhecer os equívocos e as ilusões aos quais me prendi...

Hoje, reconheço e me aceito neste estágio de reconhecimento, ainda (e sempre) assimilando, revendo, perdoando e me modificando.

Tem sido uma experiência reveladora, purificadora, libertadora...

Do que compreendo agora, constitui um passo, alimentar a certeza de que não devo (e não me cabe) ser um espelho através do qual vejo os outros, ou através do qual os outros me veem, não devo tampouco ser, para os outros ou para mim mesma, uma imagem, “condizente” ou “destoante”...

Devo buscar ser eu mesma, e me pôr liberta de qualquer agregação, vinculação, valoração humana e culturalmente dada. 

E isto passa pela pertença e entrega a meu Ser.


Usee


Cada pessoa - um horizonte...



Imagem: Aleh
                                                                               Postagem original em 06.07.2013


Uma vez que aprendemos (ou aprendermos) a contemplar e recolher Luz, Verdade, Amor e Simplicidade, no fluir da vida e da atividade, por exemplo, de um vegetal, um mineral, um animal, da terra, do ar, da chuva, do frio, do calor, do Sol, do vento, do infinito que se estende a nossa frente, do azul da atmosfera que nos envolve, etc, devemos, também, aprender a contemplar e recolher a luz, a verdade, o amor e a simplicidade que as pessoas (com as quais nos deparamos) deixam fluir através de suas atitudes, gestos, comportamentos, condutas e exemplos.

Em algum momento, em alguma situação, “para além” do interesse, do egoísmo e dos hábitos que aprenderam a cultivar (que aprendemos), alguém vai (vamos) refletir a integridade de seu (nosso) ser. E, ainda que num lampejo, vai (vamos) refleti-la.

Este “lampejo”, se percebermos, é oportunidade dada para que possamos identificar e contemplar no outro (e em nós mesmos) o manifestar do propósito Divino, que ele não ainda aprendeu a reconhecer, e que não reconhece por estar distante de seu Ser, alheio, entregue a ilusão, em estado de torpor (de toda natureza).

Considerando que somos todos Um, o outro, alheio a si pelo véu da ignorância, é a parte de mim que se mantém inconsciente de seu propósito no mundo, e que eu, na medida em que me compreendo e compreendo o propósito de minha existência encarnada, devo me esforçar para refletir a luz, verdade, amor e simplicidade do meu Ser, a fim tocá-lo e leva-lo a despertar...

Se, num resquício de ignorância e egoísmo, julgo-me melhor/ superior e julgo o outro por suas atitudes e comportamentos dissonantes, deixo, por esta atitude, de abrir-me para perceber aquele “lampejo” que me fará enxergar nele o manifestar de sua luz interior; o manifestar de seu Ser.

Não podemos nos esquecer de que cada pessoa, além de tudo que contemplamos, é, também, um horizonte de contemplação. Não pela ‘bela’ aparência, mas pelo que emana de si, através de gestos, ações, atitudes, comportamentos e condutas, traduzindo o Amor da Criação.


Usee

terça-feira, 3 de junho de 2014

Quando nossas escolhas nos aprisionam...

                                                     Postagem original em 24/04/2012
Google Imagem


Há quem afirme “ser livre” por ter feito ou por fazer escolhas. E é comum pensar-nos livres quando “podemos” escolher.

Na medida em que escolhemos, decidimos por um caminho ou destino (que, em geral, supomos e/ou cremos ser o melhor), então, convém perguntar se “tais” escolhas constituem um ato de liberdade.

Muitas vezes, as escolhas que fazemos nos levam ao aprisionamento a algo, a alguém, a alguma situação ou condição... Então, ao invés de constituírem um ato livre, constituem uma prisão.

Em geral o que nos aprisiona (mais) se mostra (muito) atraente, seduz, enreda..., enche os olhos, alimenta a vaidade... São coisas, objetos, pessoas, situações, condições, lugares, ambientes, etc., que nos habituam, viciam, levam a dependência, a falta de amor próprio, etc.

Além de nos aprisionar (e por fazê-lo), muitas das nossas escolhas nos limitam, conserva-nos na ilusão, alienados a valores ou situações que nos impedem de olhar para dentro de nós mesmos...

As consequências destes “limites” e “impedimentos” estão aí, bem explícitas...

Então, que tal perguntar-nos:

Aonde minhas escolhas tem me levado (ou levam).

A/ao que elas me prendem? E como o fazem?

Por outro lado, é preciso ter clareza das escolhas que nos fazem verdadeiramente livres...

Temos a clareza?

Usee